Remuneração / Cargos / Assistente administrativo
Em jul/2026 e ago/2026, quem ocupa cargos de Assistente administrativo no serviço público brasileiro teve remuneração média de R$ 7.221,82 e mediana de R$ 6.973,00, entre 71.378 registros de 3 esferas de governo.
Carreiras próximas, com página própria: Administrador (mediana R$ 13.914).
Em relação ao mês anterior de cada fonte a mediana não mudou: segue em R$ 6.973,00 entre quem ocupa cargos de assistente administrativo. O número de registros caiu em 126.
Faixa de remuneração
A faixa vai do P10 (R$ 3.839,96) ao P90 (R$ 10.460,87): entre quem ocupa cargos de assistente administrativo, no máximo um em cada dez recebe menos que o primeiro valor, e no máximo um em cada dez recebe mais que o segundo. O retângulo é a metade do meio — do P25 ao P75 — e o traço é a mediana. Tudo antes dos descontos: no Estado de São Paulo, o salário do mês (a coluna Remuneração do portal); nas outras esferas, a remuneração bruta publicada.
Por esfera de governo
| Esfera | Período | No cargo | Média | Mediana | Mediana vs. mês anterior |
|---|---|---|---|---|---|
| Governo federal | jul/2026 | 57.006 | R$ 7.728,46 | R$ 7.381,00 | +1,2% |
| Estado de São Paulo | jul/2026 | 10.033 | R$ 4.103,80 | R$ 3.536,99 | −0,2% |
| Prefeitura de São Paulo | ago/2026 | 4.339 | R$ 7.775,29 | R$ 7.220,85 | +0,9% |
A média geral junta as esferas acima e serve de ordem de grandeza, não de salário de ninguém: a mesma função paga valores diferentes em cada esfera, e é a linha da sua esfera que responde à sua pergunta. No Estado de São Paulo, os valores são do salário do mês — a coluna Remuneração do portal, sem férias, 13º, pagamentos eventuais, licença-prêmio e indenizações; com tudo isso, a mediana estadual foi de R$ 3.966,17. Nas outras esferas, é a remuneração bruta que cada portal publica. O porquê está na metodologia.
Quanto muda conforme a jornada
A mediana da tabela acima junta jornadas diferentes, e no Estado de São Paulo isso muda muito o número: quem tem 30 horas tem mediana de R$ 3.872,97 e quem tem 40 horas, R$ 3.493,49 — cerca de 11% a mais para a mesma função. São as duas jornadas com mais gente no cargo.
| Esfera | Jornada | No cargo | Mediana |
|---|---|---|---|
| Governo federal | 40 horas * | 56.724 | R$ 7.407,66 |
| 30 horas | 235 | R$ 5.229,74 | |
| 20 horas | 46 | R$ 3.218,82 | |
| Estado de São Paulo | 40 horas * | 8.801 | R$ 3.493,49 |
| 30 horas | 1.179 | R$ 3.872,97 | |
| 44 horas | 50 | R$ 4.727,95 | |
| Prefeitura de São Paulo | 40 horas * | 4.311 | R$ 7.207,56 |
| 30 horas | 28 | R$ 7.754,18 |
* Jornada mais comum no cargo, em cada esfera. Só aparecem faixas com pelo menos 5 pessoas. Dedicação exclusiva e os regimes de jornada docente são categorias da fonte, não um número de horas, e por isso ficam em linha própria.
Quanto muda com o tempo de serviço
Na jornada mais comum do cargo no serviço público federal (40 horas), a mediana da remuneração bruta é de R$ 4.139,78 entre quem tem menos de 2 anos de serviço e de R$ 7.847,35 entre quem tem 30 anos ou mais.
| Tempo de serviço público | No cargo | Mediana |
|---|---|---|
| Menos de 2 anos | 3.024 | R$ 4.139,78 |
| 2 a 5 anos | 4.451 | R$ 4.861,61 |
| 5 a 10 anos | 6.140 | R$ 6.698,36 |
| 10 a 15 anos | 15.479 | R$ 7.556,51 |
| 15 a 20 anos | 11.848 | R$ 8.466,17 |
| 20 a 30 anos | 1.846 | R$ 8.745,60 |
| 30 anos ou mais | 13.748 | R$ 7.847,35 |
É uma foto de hoje, e não o caminho de uma pessoa. Quem tem 30 anos de serviço entrou em outra época, e não necessariamente sob as mesmas regras de carreira de quem entrou agora, então a diferença entre as linhas pode misturar tempo de casa com geração: ela não prevê quanto você vai ganhar, e a mediana pode até cair de uma faixa para a seguinte. Só serviço público federal, na jornada indicada, em remuneração bruta antes do abate-teto. O tempo é contado desde o ingresso no serviço público, segundo a data de ingresso que o Portal da Transparência publica. Ficam de fora 188 registros (0,3% da jornada) sem data de ingresso válida.
Parte dos servidores federais deste cargo, os das universidades e institutos federais, está no plano de carreira PCCTAE (nível D), em que o vencimento é definido por padrão. Veja o vencimento de cada padrão e a mediana da bruta que o Portal mostra →
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Quanto cai na conta
No governo federal, a bruta não é o que a pessoa recebe. Olhando só os 37.298 contracheques de jul/2026 sem pagamento eventual — sem 13º, férias ou atrasados, que inflam o mês —, a remuneração líquida mediana foi de R$ 5.682,61, para uma bruta mediana de R$ 7.284,46 no mesmo grupo. Na mediana, sobram 77% da bruta.
A líquida já desconta imposto de renda, contribuição previdenciária e, quando há, o abate-teto. Auxílios como alimentação, transporte e creche são pagos por fora e não entram nela, e descontos pessoais — consignado, plano de saúde, pensão — não são publicados. Não há líquida para as outras esferas: no Estado de São Paulo, a líquida publicada inclui férias, 13º e pagamentos eventuais, e esta página ainda não separa um mês comum; a Prefeitura de São Paulo não publica a remuneração líquida. A conta completa, faixa por faixa, está em Bruto, líquido e o que sobra.
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Por que o salário muda tanto de uma esfera pra outra
O nome é parecido, mas cada esfera — e, no federal, cada tipo de órgão — contrata por uma lei de carreira diferente.
- Governo federal: o maior grupo é o Assistente em Administração das universidades e institutos federais, no PCCTAE (Lei 11.091/2005), com Incentivo à Qualificação para quem tem escolaridade acima da exigida e progressão por capacitação e por mérito.
- Nas universidades e institutos federais, desde abril de 2026 a lei permite reconhecer a experiência no cargo como alternativa ao diploma para pagar o Incentivo à Qualificação (o chamado RSC), limitado a 75% dos servidores da carreira e ao orçamento disponível.
- Nos demais órgãos federais, boa parte dos cargos administrativos está no Plano Geral de Cargos do Poder Executivo (PGPE, Lei 11.357/2006), que paga uma gratificação de desempenho calculada por pontos de avaliação individual e institucional.
- As agências reguladoras têm carreira própria, a de Técnico Administrativo (Lei 10.871/2004), com tabelas de remuneração próprias.
- Estado de São Paulo: o Oficial Administrativo é classe do plano geral de cargos (LC 1.080/2008). Sobe de grau por avaliação, com limite anual de servidores beneficiados, e de referência depois de cinco anos; somam-se adicional por tempo de serviço, sexta-parte e Gratificação Executiva.
- Prefeitura de São Paulo: o Assistente Administrativo de Gestão (Lei 17.721/2021) recebe por subsídio, em parcela única, e muda de categoria a cada 18 meses. Os níveis I a III do rótulo são etapas da carreira, e passar de nível exige avaliação e títulos ou cursos.
Fontes: Lei 11.091/2005, Lei 11.357/2006, Lei 10.871/2004, LC 1.080/2008 (SP), Lei 17.721/2021 (São Paulo, capital), Lei 15.367/2026. Legislação conferida em setembro de 2026.
Onde esse cargo paga mais
| Órgão | No cargo | Média |
|---|---|---|
| Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis | 69 | R$ 15.470,41 |
| Agência Nacional do Cinema | 58 | R$ 15.346,42 |
| Agência Nacional de Transportes Terrestres | 104 | R$ 15.188,39 |
| Agência Nacional de Energia Elétrica | 109 | R$ 15.186,33 |
| Agência Nacional de Telecomunicações | 96 | R$ 14.648,51 |
| Agência Nacional de Saúde Suplementar | 118 | R$ 14.563,93 |
| Agência Nacional de Mineração | 124 | R$ 14.013,52 |
| Agência Nacional de Vigilância Sanitária | 225 | R$ 13.982,08 |
| Agência Nacional de Aviação Civil | 100 | R$ 13.925,93 |
| Cia.des.hab.urb.est.S.P.-CDHU | 76 | R$ 11.762,84 |
| Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes | 364 | R$ 11.439,54 |
| Ministério da Cultura | 267 | R$ 10.227,34 |
Só entram órgãos com pelo menos 30 pessoas no cargo, pra que um punhado de registros não vire “o lugar que mais paga”. Nos órgãos do Estado de São Paulo, a média é do salário do mês; nos federais, da remuneração bruta. A Prefeitura de São Paulo fica fora deste ranking porque publica a unidade de lotação — hospital, escola — e não o órgão, o que não é comparável com um ministério ou uma secretaria.
Em que estado está quem ganha o quê
Entre os estados com pelo menos 30 servidores neste cargo, a mediana vai de R$ 4.959,32 (Amapá) a R$ 7.805,47 (Tocantins). Isso não quer dizer que um estado pague mais que o outro pelo mesmo trabalho: as carreiras federais têm tabela de vencimento nacional, e o que muda entre os estados é a composição de quem está lotado em cada um. Esta página não mede o que compõe essa diferença — e ela pode estar em mais de uma coisa, inclusive em o mesmo nome de família reunir cargos distintos na folha.
| Estado | No cargo | Mediana |
|---|---|---|
| Tocantins | 380 | R$ 7.805,47 |
| Espírito Santo | 895 | R$ 7.538,97 |
| Rio Grande do Norte | 1.125 | R$ 7.462,46 |
| Minas Gerais | 4.177 | R$ 7.258,90 |
| Rio Grande do Sul | 2.386 | R$ 7.258,90 |
| Paraná | 1.553 | R$ 7.258,90 |
| Santa Catarina | 1.062 | R$ 7.258,90 |
| Goiás | 912 | R$ 7.258,90 |
| Piauí | 581 | R$ 7.258,90 |
| Mato Grosso | 569 | R$ 7.258,90 |
| Alagoas | 462 | R$ 7.258,90 |
| Acre | 243 | R$ 7.258,90 |
| Pernambuco | 1.841 | R$ 7.256,11 |
| São Paulo | 1.964 | R$ 7.248,82 |
| Sergipe | 404 | R$ 7.202,36 |
| Amazonas | 540 | R$ 7.136,34 |
| Pará | 1.244 | R$ 7.122,31 |
| Bahia | 1.734 | R$ 7.094,86 |
| Maranhão | 679 | R$ 7.066,04 |
| Paraíba | 1.445 | R$ 6.973,00 |
| Ceará | 1.258 | R$ 6.973,00 |
| Mato Grosso do Sul | 737 | R$ 6.973,00 |
| Rondônia | 287 | R$ 6.710,39 |
| Rio de Janeiro | 5.304 | R$ 6.434,55 |
| Distrito Federal | 5.414 | R$ 6.373,37 |
| Roraima | 772 | R$ 5.570,78 |
| Amapá | 613 | R$ 4.959,32 |
Só o serviço público federal entra neste recorte: é a única fonte que publica a UF de exercício. O Estado de São Paulo e a Prefeitura de São Paulo aparecem nas outras seções desta página, por serem folhas de um lugar só. Esta tabela soma todas as jornadas — um estado com mais servidores de jornada longa aparece mais alto por isso, e não por pagar mais pelo mesmo trabalho; a seção de jornada, acima, mostra o tamanho desse efeito. 18.425 registros (32,3%) ficam fora desta tabela: no cadastro que usamos, o vínculo de cargo efetivo desses registros vem sem a UF de exercício.
E no setor privado?
São duas medidas diferentes da mesma profissão, e é por isso que aparecem lado a lado em vez de somadas ou divididas: no serviço público, o número é a folha de quem já ocupa o cargo, com o tempo de casa e os adicionais que vêm com ele; no setor privado, é o salário de quem está sendo contratado agora, como o empregador declara ao Novo CAGED.
| De onde vem | Jornada | P10 | Mediana |
|---|---|---|---|
| Serviço público, quem já está no cargo |
40h | R$ 3.896 | R$ 7.026 |
| Setor privado, salário de admissão |
41 a 44h | R$ 1.621 | R$ 2.000 |
| Setor privado, salário de admissão |
40h | R$ 1.629 | R$ 2.280 |
P10 é o valor abaixo do qual estão os 10% que menos ganham, e mediana é o valor do meio — as duas contas são as mesmas nos dois lados. O que muda é de quem: no serviço público, da folha de quem já ocupa o cargo; no setor privado, do salário de quem foi contratado no período. Cada linha sai dos registros da sua própria jornada, dos dois lados: no público, 40h tem 69.836 registros, de 71.375 que declaram jornada; a de 40h é 81% federal. Nas carreiras públicas que contratam com frequência, o P10 fica perto do valor de entrada do edital — conferido neste site em professor federal —, mas isso não vale para todo cargo: onde faz anos que ninguém entra, os 10% que menos ganham já não são quem chegou agora. As duas linhas medem populações diferentes e não se dividem uma pela outra: nenhuma diferença entre os lados é calculada neste bloco.
Salário de assistente administrativo no setor privado, jornada por jornada →
Como se chega nesse cargo
- Nas três esferas, a entrada é por concurso público, e os cargos são de nível médio.
- No federal, o Assistente em Administração exige ensino médio profissionalizante, ou médio completo com experiência. O Auxiliar em Administração, de nível fundamental, também entra nesta conta.
- No Estado, o Oficial Administrativo exige ensino médio. Na Prefeitura, o Assistente Administrativo de Gestão também, com ingresso na categoria 1 do nível I.
Fontes: Lei 11.091/2005, Anexo II, Lei 11.357/2006, Lei 10.871/2004, LC 1.080/2008 (SP), Lei 17.721/2021 (São Paulo, capital). Legislação conferida em setembro de 2026.
Como cada portal chama esse cargo
Estes são os rótulos oficiais que entram nesta conta. O nome é sempre o que a fonte publica, sem tradução nossa:
- ASSISTENTE EM ADMINISTRACAO — Governo federal, 34.043 pessoas
- AGENTE ADMINISTRATIVO — Governo federal, 12.649 pessoas
- OFICIAL ADMINISTRATIVO — Estado de São Paulo, 7.969 pessoas
- AUX EM ADMINISTRACAO — Governo federal, 4.259 pessoas
- ASSISTENTE ADMINISTRATIVO DE GESTAO NIVEL I — Prefeitura de São Paulo, 2.525 pessoas
- TECNICO ADMINISTRATIVO — Governo federal, 1.854 pessoas
- AGENTE TECNICO E ADMINISTRAT — Estado de São Paulo, 1.559 pessoas
- ASSISTENTE TECNICO-ADMINISTRATIVO — Governo federal, 1.521 pessoas
Este cargo, órgão por órgão
- Agente Técnico e Administrat no Ctro.est.ed.tec.”P.so” CEETEPS
- Assistente Administrativo na C.P.trens Metropolitanos-CPTM
- Oficial Administrativo na Procuradoria Geral do Estado
- Oficial Administrativo na Secret. Fazenda Planejamento
- Oficial Administrativo na Secretaria Adm.Penitenciária
- Oficial Administrativo na Secretaria da Educação
- Oficial Administrativo na Secretaria da Saúde
- Oficial Administrativo na Secretaria Gestão Governo Dig.
- Oficial Administrativo na Secretaria Segurança Pública
- Oficial Administrativo no Dept.estad.Trânsito DETRAN SP
- Oficial Administrativo no HC Fac Medicina Rib Preto USP
- Oficial Administrativo no Hosp.clin.fac.med.USP-HCFMUSP
- Oficial Administrativo no Inst.as.med.ser.pub.est IAMSPE
Perguntas frequentes
Quanto ganha um assistente administrativo no governo federal?
Em jul/2026, a remuneração bruta mediana de quem ocupa o cargo no governo federal foi de R$ 7.381,00, entre 57.006 pessoas. Metade dessas pessoas recebeu entre R$ 5.949,91 e R$ 8.864,11. É o valor antes dos descontos, segundo o portal de transparência oficial.
Quanto ganha um assistente administrativo no Estado de São Paulo?
Em jul/2026, o salário do mês mediano de quem ocupa o cargo no Estado de São Paulo foi de R$ 3.536,99, entre 10.033 pessoas. Metade dessas pessoas recebeu entre R$ 2.948,87 e R$ 4.548,01. É a coluna Remuneração do portal estadual, antes dos descontos e sem férias, 13º, pagamentos eventuais e indenizações — com eles, a mediana foi de R$ 3.966,17.
Quanto ganha um assistente administrativo na Prefeitura de São Paulo?
Em ago/2026, a remuneração bruta mediana de quem ocupa o cargo na Prefeitura de São Paulo foi de R$ 7.220,85, entre 4.339 pessoas. Metade dessas pessoas recebeu entre R$ 5.818,60 e R$ 9.186,30. É o valor antes dos descontos, segundo o portal de transparência oficial.
Quanto sobra do salário de um assistente administrativo depois dos descontos?
No governo federal, num mês sem pagamento eventual, a remuneração líquida mediana foi de R$ 5.682,61 em jul/2026 — na mediana, 77% da bruta. A líquida já desconta imposto de renda e previdência; auxílios como alimentação e transporte são pagos à parte e não entram nela.
Onde um assistente administrativo ganha mais?
Entre os órgãos com pelo menos 30 pessoas no cargo, a maior média ficou com Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis: R$ 15.470,41 de remuneração bruta, entre 69 pessoas. A lista completa está na seção “Onde esse cargo paga mais”.
Por que a média e a mediana são diferentes?
A média (R$ 7.221,82) soma todos os salários e divide pelo número de pessoas. A mediana (R$ 6.973,00) é o valor do meio: metade ganha menos, metade ganha mais. Aqui a média fica acima da mediana porque alguns salários bem mais altos que o resto a puxam pra cima. Pra saber quanto ganha uma pessoa típica no cargo, a mediana é a melhor resposta.
Quer ver nome a nome, com órgão e período?