Quanto ganha um coordenador pedagógico

Remuneração / Cargos / Coordenador pedagógico

Em jul/2026 e ago/2026, quem ocupa cargos de Coordenador pedagógico no serviço público brasileiro teve remuneração média de R$ 28.681,02 e mediana de R$ 24.911,73, entre 2.066 registros de 2 esferas de governo.

Carreiras próximas, com página própria: Diretor de escola (mediana R$ 11.763), Pedagogo (mediana R$ 13.914), Agente de organização escolar (mediana R$ 2.645), Auxiliar técnico de educação (mediana R$ 7.645), Agente escolar (mediana R$ 7.358).

Período jul/2026 e ago/2026Esferas municipal, estadualRegistros 2.066Atualizado em

Média
R$ 28.681,02
Mediana
R$ 24.911,73
Registros
2.066
Mediana vs. mês anterior
+5,8%

Em relação ao mês anterior de cada fonte, a mediana subiu R$ 1.356,43 (+5,8%) entre quem ocupa cargos de coordenador pedagógico. O número de registros caiu em 6.

Faixa de remuneração

A faixa vai do P10 (R$ 17.982,92) ao P90 (R$ 34.970,10): entre quem ocupa cargos de coordenador pedagógico, no máximo um em cada dez recebe menos que o primeiro valor, e no máximo um em cada dez recebe mais que o segundo. O retângulo é a metade do meio — do P25 ao P75 — e o traço é a mediana. Tudo antes dos descontos: no Estado de São Paulo, o salário do mês (a coluna Remuneração do portal); na outra esfera, a remuneração bruta publicada.

Por esfera de governo

Esfera Período No cargo Média Mediana Mediana vs. mês anterior
Prefeitura de São Paulo ago/2026 2.054 R$ 28.782,13 R$ 24.955,11 +5,7%
Estado de São Paulo jul/2026 12 R$ 11.375,60 R$ 11.201,92 +11,9%

A média geral junta as esferas acima e serve de ordem de grandeza, não de salário de ninguém: a mesma função paga valores diferentes em cada esfera, e é a linha da sua esfera que responde à sua pergunta. No Estado de São Paulo, os valores são do salário do mês — a coluna Remuneração do portal, sem férias, 13º, pagamentos eventuais, licença-prêmio e indenizações; com tudo isso, a mediana estadual foi de R$ 11.383,33. Nas outras esferas, é a remuneração bruta que cada portal publica. O porquê está na metodologia.

Compare o seu salário

Onde (esfera de governo)

Quanto cai na conta

Esta página não mostra a remuneração líquida: no Estado de São Paulo, a líquida publicada inclui férias, 13º e pagamentos eventuais, e esta página ainda não separa um mês comum; a Prefeitura de São Paulo não publica a remuneração líquida. Pra ter uma ordem de grandeza de quanto os descontos levam, veja a conta feita com os contracheques federais em Bruto, líquido e o que sobra.

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Por que o salário varia entre coordenadores pedagógicos

A maior parte dos coordenadores desta página trabalha nas escolas da Prefeitura de São Paulo, num cargo de gestão da carreira do magistério municipal.

  • O tempo de carreira conta desde a época de professor. Só chega ao cargo quem já é do magistério municipal, e na nomeação a pessoa entra na referência que corresponde ao seu tempo de carreira, não na inicial. Dois coordenadores nomeados juntos podem ganhar valores diferentes.
  • A escala do coordenador começa numa referência acima da inicial do professor e sobe com o tempo de carreira. Também dá para subir de referência por títulos, que incluem a avaliação de desempenho e cursos de graduação, pós-graduação e especialização.
  • A jornada é de 40 horas semanais, 36 de trabalho e 4 de formação. A lei exclui, para os gestores, as vantagens de outras jornadas ou regimes especiais de trabalho.
  • Parte do salário depende da escola: quem trabalha em unidade de difícil lotação recebe a Gratificação por Local de Trabalho, e o trabalho entre 19h e 23h tem acréscimo de 30% na hora.
  • O magistério municipal não é pago por subsídio: o vencimento segue uma tabela de referências e graus, e as gratificações e vantagens entram à parte.
  • No Estado, os coordenadores desta página trabalham na Fundação CASA, a antiga FEBEM, que contrata pela CLT, com plano de cargos próprio.

Fontes: Lei 14.660/2007 (São Paulo, capital), Lei 15.963/2014 (São Paulo, capital), Anexo II, Lei 185/1973 (SP), art. 13, Plano de Cargos, Carreiras e Salários da Fundação CASA (enviado à Alesp em 2021). Legislação conferida em setembro de 2026.

Sem ranking de órgãos para este cargo: a única fonte que o publica é a Prefeitura de São Paulo, que informa a unidade de lotação — hospital, escola — e não o órgão, o que não é comparável com um ministério ou uma secretaria.

E no setor privado?

São duas medidas diferentes da mesma profissão, e é por isso que aparecem lado a lado em vez de somadas ou divididas: no serviço público, o número é a folha de quem já ocupa o cargo, com o tempo de casa e os adicionais que vêm com ele; no setor privado, é o salário de quem está sendo contratado agora, como o empregador declara ao Novo CAGED.

De onde vem Jornada P10 Mediana
Serviço público,
quem já está no cargo
JBE R$ 18.128 R$ 24.955
Setor privado,
salário de admissão
41 a 44h R$ 1.625 R$ 3.000
Setor privado,
salário de admissão
40h R$ 2.000 R$ 4.920

P10 é o valor abaixo do qual estão os 10% que menos ganham, e mediana é o valor do meio — as duas contas são as mesmas nos dois lados. O que muda é de quem: no serviço público, da folha de quem já ocupa o cargo; no setor privado, do salário de quem foi contratado no período. Cada linha sai dos registros da sua própria jornada, dos dois lados: no público, JBE tem 2.054 registros, de 2.066 que declaram jornada. JBE é um regime, e não um número de horas: essa linha e as do setor privado não estão na mesma jornada. Nas carreiras públicas que contratam com frequência, o P10 fica perto do valor de entrada do edital — conferido neste site em professor federal —, mas isso não vale para todo cargo: onde faz anos que ninguém entra, os 10% que menos ganham já não são quem chegou agora. As duas linhas medem populações diferentes e não se dividem uma pela outra: nenhuma diferença entre os lados é calculada neste bloco.

Salário de coordenador pedagógico no setor privado, jornada por jornada →

Como se chega nesse cargo

  • Prefeitura de São Paulo: não há concurso aberto a quem é de fora. A entrada é por concurso de acesso, de provas e títulos, reservado a integrantes do magistério municipal.
  • A lei exige licenciatura plena em Pedagogia e 3 anos de experiência no magistério. O coordenador atua na educação infantil, no ensino fundamental e no ensino médio.

Fonte: Lei 14.660/2007 (São Paulo, capital). Legislação conferida em setembro de 2026.

Como cada portal chama esse cargo

Estes são os rótulos oficiais que entram nesta conta. O nome é sempre o que a fonte publica, sem tradução nossa:

  • COORDENADOR PEDAGOGICO — Prefeitura de São Paulo, 2.055 pessoas
  • COORDENADOR PEDAGOGICO — Estado de São Paulo, 13 pessoas

Perguntas frequentes

Quanto ganha um coordenador pedagógico na Prefeitura de São Paulo?

Em ago/2026, a remuneração bruta mediana de quem ocupa o cargo na Prefeitura de São Paulo foi de R$ 24.955,11, entre 2.054 pessoas. Metade dessas pessoas recebeu entre R$ 21.143,19 e R$ 29.751,99. É o valor antes dos descontos, segundo o portal de transparência oficial.

Quanto ganha um coordenador pedagógico no Estado de São Paulo?

Em jul/2026, o salário do mês mediano de quem ocupa o cargo no Estado de São Paulo foi de R$ 11.201,92, entre 12 pessoas. Metade dessas pessoas recebeu entre R$ 9.875,38 e R$ 12.047,11. É a coluna Remuneração do portal estadual, antes dos descontos e sem férias, 13º, pagamentos eventuais e indenizações — com eles, a mediana foi de R$ 11.383,33.

Por que a média e a mediana são diferentes?

A média (R$ 28.681,02) soma todos os salários e divide pelo número de pessoas. A mediana (R$ 24.911,73) é o valor do meio: metade ganha menos, metade ganha mais. Aqui a média fica acima da mediana porque alguns salários bem mais altos que o resto a puxam pra cima. Pra saber quanto ganha uma pessoa típica no cargo, a mediana é a melhor resposta.

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