Pro

Quanto ganha um operador de produção química na admissão (CLT)

Período set/2025 a ago/2026Jornada 41 a 44 hAdmissões 21.586atualizado Pro Abrir por estado e mês

Mediana · 41 a 44h
R$ 2.209,85
10% entram abaixo de
R$ 1.788,40
10% entram acima de
R$ 2.806,62
Admissões · 41 a 44h
21.586

Salários no setor privado / Operador de produção química

Entre set/2025 e ago/2026, a mediana do salário de admissão de operador de produção química com carteira assinada (CLT) foi de R$ 2.209,85 na jornada de 41 a 44 horas semanais, a mais comum da ocupação, entre 21.586 admissões registradas no Novo CAGED.

É o salário de quem foi contratado nesse período, e não de quem já está empregado na ocupação. É o valor fixo do contrato: não inclui comissão, hora extra nem benefício. O número é a mediana: metade das admissões ficou abaixo dele e metade acima, o que o diferencia de uma média, puxada por poucos salários altos (o que é mediana).

Parte relevante dessas admissões é feita por agências de mão de obra temporária. Nesses casos, o empregador registrado no CAGED é a agência, e não a empresa onde a pessoa trabalha, e o salário é o do contrato com a agência.

Quanto sobra depois do INSS e do Imposto de Renda? Faça a conta no salário líquido CLT.

Na prática, a partir da mediana de R$ 2.209,85:

Por hora (44 h por semana)R$ 10,04
Por ano, com 13º e terço de fériasR$ 29.465
Líquido estimado por mêsR$ 2.035
Custo estimado para a empresa, por mêsR$ 3.585
Como foi calculado

São contas sobre a mediana de admissão da jornada mais comum, não dados do Novo CAGED. O ano soma 12 salários, o 13º e o terço de férias. O líquido desconta o INSS por faixa e o Imposto de Renda de 2026, sem dependentes nem outros descontos; para o seu caso, use a calculadora de salário líquido CLT. O custo para a empresa soma FGTS (8%), INSS patronal (20%), RAT (2%) e terceiros (5,8%), com 13º e férias provisionados; empresa do Simples Nacional, em geral, não paga INSS patronal nem terceiros à parte. A hora divide a mediana por 220 horas por mês, o divisor usual da jornada de 44 horas semanais.

Faixa do salário de admissão

A faixa vai do P10 (R$ 1.788,40) ao P90 (R$ 2.806,62): entre as 21.586 admissões de operador de produção química nesta jornada, no máximo um em cada dez entrou ganhando menos que o primeiro valor, e no máximo um em cada dez entrou ganhando mais que o segundo. O traço é a mediana. Tudo em salário de admissão, antes dos descontos, na jornada de 41 a 44 horas semanais.

Na jornada de 41 a 44 horas semanais, 1,2% das admissões de operador de produção química (260 de 21.586) foram registradas com salário igual ao salário mínimo nacional do mês da contratação (R$ 1.518,00 até dez/2025 e R$ 1.621,00 a partir de jan/2026).

Quanto muda conforme a jornada

Jornada Mediana Admissões P10 P90
31 a 39 horas semanais31 a 39h R$ 2.380,00 1.547 R$ 1.700,00 R$ 3.296,30
40 horas semanais40h R$ 2.554,00 1.370 R$ 2.242,62 R$ 3.402,00
41 a 44 horas semanais41 a 44h R$ 2.209,85 21.586 R$ 1.788,40 R$ 2.806,62

A linha destacada é a jornada mais comum da ocupação, e é dela que sai o número do topo desta página. Cada linha sai das admissões daquela jornada, e não de um número geral repartido depois. Só entram jornadas com pelo menos 100 admissões; as 3 linhas acima cobrem 98% das admissões de operador de produção química com jornada declarada.

Compare o seu salário

Salário de admissão mês a mês

Mediana do salário de admissão de operador de produção química em cada mês, na jornada de 41 a 44 horas semanais, a mesma do topo da página. Foi de R$ 2.141,00 em setembro de 2025 a R$ 2.263,80 em agosto de 2026; a menor foi em setembro de 2025 e a maior em agosto de 2026.

Mediana de admissão Salário mínimo nacional

R$ 1.400R$ 1.600R$ 1.800R$ 2.000R$ 2.200R$ 2.400set2025outnovdezjan2026fevmarabrmaijunjulago

Mês Mediana de admissão Admissões
setembro de 2025 R$ 2.141,00 1.932
outubro de 2025 R$ 2.207,00 1.933
novembro de 2025 R$ 2.241,90 1.420
dezembro de 2025 R$ 2.162,57 966
janeiro de 2026 R$ 2.224,20 1.752
fevereiro de 2026 R$ 2.211,88 1.562
março de 2026 R$ 2.215,45 1.836
abril de 2026 R$ 2.141,00 1.583
maio de 2026 R$ 2.249,82 2.428
junho de 2026 R$ 2.249,59 2.192
julho de 2026 R$ 2.209,85 1.843
agosto de 2026 R$ 2.263,80 2.139

É o valor fixo do contrato de quem foi contratado em cada mês, e não a evolução do salário de quem já estava na ocupação. A mediana de um mês para o outro também muda com quem contratou (setor, região, tamanho da empresa), e não só com reajuste. O eixo do gráfico não começa no zero, para a variação aparecer. A linha tracejada é o salário mínimo nacional de cada mês: quando ele sobe, em janeiro, sobe junto o salário de quem é contratado perto do piso. Só entram meses com pelo menos 30 admissões. Fonte: Microdados do Novo CAGED (MTE/PDET).

Comparado aos 12 meses anteriores

Entre set/2025 e ago/2026, as admissões de operador de produção química com carteira assinada foram 0,8% menores que as de set/2024 a ago/2025, e a mediana do salário de admissão, na jornada de 41 a 44 horas semanais, passou de R$ 2.118,24 para R$ 2.209,85 (+4,3%).

set/2024 a ago/2025 set/2025 a ago/2026 Variação
Admissões 25.098 24.898 −0,8%
Desligamentos 24.719 27.004 +9,2%
Saldo +379 −2.106 −2.485
Mediana de admissão (41 a 44 horas semanais) R$ 2.118,24 R$ 2.209,85 +4,3%

As duas colunas usam as mesmas regras: a mesma ocupação, os mesmos setores e, na mediana, a mesma jornada do topo da página. A variação é nominal, sem descontar a inflação; o salário mínimo nacional foi de R$ 1.412,00 a partir de set/2024 e R$ 1.518,00 a partir de jan/2025 no primeiro período e de R$ 1.518,00 a partir de set/2025 e R$ 1.621,00 a partir de jan/2026 no segundo. A mediana de admissão também muda com quem contratou (setor, região, tamanho da empresa), e não só com reajuste. Fonte: Microdados do Novo CAGED (MTE/PDET).

O que faz um operador de produção química

O operador de produção química acompanha o processo na indústria química e petroquímica: liga e prepara equipamentos, dosa materiais e ajusta pressão, vazão e temperatura para manter o produto no padrão. Coleta amostras, interpreta as análises do laboratório, identifica vazamentos e falhas e separa o que sai fora da especificação. Também movimenta matérias-primas e produtos, faz manutenções simples e registra no relatório de turno o que aconteceu.

Segundo a Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), do Ministério do Trabalho e Emprego, o trabalho do operador de produção química se divide em 8 grandes áreas. Em cada uma, exemplos de atividades que a CBO lista:

  • Realizar interfaces de turno de trabalho: ler instruções operacionais, identificar atividades prioritárias e inspecionar as instalações.
  • Progrmar atividades de produção: consultar o programa de produção, elaborar procedimentos operacionais e controlar o cumprimento dos índices técnicos.
  • Monitorar funcionamento de equipamentos e sistemas: monitorar vibração e ruído de equipamentos rotativos, conferir níveis de fluidos e temperatura dos equipamentos e identificar vazamentos.
  • Controlar parâmetros do processo produtivo: ajustar variáveis de controle (pressão, vazão e temperatura), monitorar os ajustes realizados e testar a consistência das informações dos instrumentos.
  • Operar etapas do processo produtivo: efetuar manobras operacionais, acionar equipamentos e condicionar equipamentos para operação.
  • Movimentar materiais e insumos: conferir material e insumos recebidos, separar material a ser movimentado, conforme formulação e selecionar meios para movimentação de materiais e insumos.
  • Transformar polímeros em produtos intermediários ou finais: cortar fios de polímeros, ajustar gaxetas e selos mecânicos e misturar grânulos.
  • Realizar serviços de manutenção de primeiro nível: substituir componentes e dispositivos auxiliares, fixar tubulações e substituir juntas de vedação.

O texto e a lista resumem a descrição oficial da ocupação na CBO, e não uma medição do site.

Admissões e desligamentos de operador de produção química

De setembro de 2025 a agosto de 2026, o Novo CAGED registrou 24.898 admissões com carteira assinada de operador de produção química e 27.004 desligamentos com carteira assinada. A diferença entre as duas contagens (o saldo) é de −2.106.

Mercado em retração no período: para cada 100 desligamentos, houve 92 admissões. Toda admissão repôs um desligamento, e ainda ficaram 2.106 desligamentos sem reposição na janela.

As admissões de operador de produção química variam muito de um mês para o outro: maio de 2026 teve 2,5 vezes as admissões de dezembro de 2025. Por isso, olhe a janela inteira, e não um mês isolado: a diferença entre admissões e desligamentos de um mês sozinho depende da época do ano.

Mês a mês

Admissões Desligamentos

01 mil2 mil3 milset2025outnovdezjan2026fevmarabrmaijunjulago

Saldo de cada mês (admissões menos desligamentos): acima de zero, entrou mais gente do que saiu.

−2 mil−1 mil0+1 mil+2 milset2025outnovdezjan2026fevmarabrmaijunjulago

Mês Admissões Desligamentos Saldo
setembro de 2025 2.188 2.256 −68
outubro de 2025 2.178 2.373 −195
novembro de 2025 1.662 2.054 −392
dezembro de 2025 1.142 2.425 −1.283
janeiro de 2026 2.001 2.134 −133
fevereiro de 2026 1.787 1.962 −175
março de 2026 2.170 2.295 −125
abril de 2026 1.770 2.128 −358
maio de 2026 2.863 2.173 +690
junho de 2026 2.465 2.499 −34
julho de 2026 2.167 2.328 −161
agosto de 2026 2.505 2.377 +128

Em quais setores

Setor do empregador (divisão da CNAE) Admissões Parcela Mediana · 41 a 44h
Seleção, agenciamento e locação de mão-de-obra 7.838 31,5% R$ 2.141,00
Fabricação de produtos químicos 4.594 18,5% R$ 2.224,20
Fabricação de produtos de borracha e de material plástico 3.671 14,7% R$ 2.295,81
Fabricação de produtos diversos 1.053 4,2% R$ 2.030,60
Fabricação de produtos alimentícios 965 3,9% R$ 1.850,00
Outros 53 setores 6.777 27,2% —

O setor é a atividade principal do estabelecimento que contratou, e não a função da pessoa. Só aparecem em separado os setores com pelo menos 100 admissões, até cinco; os demais estão somados em “Outros”. A mediana é a do salário de admissão na jornada de 41 a 44 horas semanais, a do topo da página, e só aparece no setor com pelo menos 100 admissões nessa jornada. A diferença entre setores é medida, não explicada.

Em quais estados

Estado Admissões Parcela
São Paulo 13.115 52,7%
Santa Catarina 2.139 8,6%
Minas Gerais 1.859 7,5%
Paraná 1.829 7,4%
Rio de Janeiro 1.101 4,4%

O estado é o do estabelecimento que contratou. Só entram estados com pelo menos 100 admissões, até cinco. Ficam de fora os outros 20 estados, com 4.838 admissões, e 17 admissões sem estado informado.

Admissão e desligamento são movimentações, e não pessoas: a mesma pessoa pode ser admitida e desligada mais de uma vez na janela. A conta inclui só vínculos com carteira assinada, sem aprendiz e sem trabalho intermitente. Servidores estatutários, autônomos, informais e a administração pública ficam de fora. O saldo é a diferença entre as duas contagens, e não a variação do total de pessoas empregadas como operador de produção química. A régua de “expansão” (pelo menos 105 admissões para cada 100 desligamentos na janela), “retração” (95 ou menos) e “estável” (entre as duas) é desta página: descreve a janela, não diz por quê nem prevê o ano seguinte. A taxa de rotatividade, no sentido usual, divide as movimentações pelo número de pessoas empregadas na ocupação, que o Novo CAGED não traz; por isso ela não é calculada aqui. Fonte: Microdados do Novo CAGED (MTE/PDET).

Quanto se paga em cada estado

Na jornada de 41 a 44 horas semanais, a mediana do salário de admissão de operador de produção química vai de R$ 1.881,00 na Bahia a R$ 3.200,00 em Pernambuco. No Brasil, é R$ 2.209,85. 13 estados têm pelo menos 100 admissões nessa jornada.

No mapa, cada bolha é um estado: o tamanho é o número de admissões na jornada, e a cor diz quanto a mediana do estado fica acima ou abaixo da do Brasil. A diferença entre estados também reflete quem contrata em cada um (setor, tamanho da empresa), e não só o salário da função. O estado é o do estabelecimento que contratou.

Estado Mediana Admissões P10 P90
Amazonas R$ 2.014,42 263 R$ 1.780,00 R$ 2.269,73
Bahia R$ 1.881,00 782 R$ 1.631,00 R$ 2.540,10
Goiás R$ 2.153,00 615 R$ 1.771,00 R$ 2.725,64
Maranhão R$ 2.000,50 181 R$ 1.621,00 R$ 2.681,80
Mato Grosso R$ 2.600,00 217 R$ 2.000,00 R$ 3.508,14
Minas Gerais R$ 1.927,20 1.784 R$ 1.685,20 R$ 2.787,00
Pará R$ 1.995,00 301 R$ 1.770,00 R$ 2.195,01
Paraná R$ 1.978,00 1.490 R$ 1.710,99 R$ 2.500,00
Pernambuco R$ 3.200,00 408 R$ 1.740,20 R$ 4.500,00
Rio de Janeiro R$ 2.122,00 818 R$ 1.685,00 R$ 3.931,20
Rio Grande do Sul R$ 2.120,48 1.001 R$ 1.766,85 R$ 2.913,75
Santa Catarina R$ 2.182,40 2.087 R$ 2.030,60 R$ 2.338,74
São Paulo R$ 2.295,81 11.234 R$ 2.000,00 R$ 2.806,62
Brasil R$ 2.209,85 21.586 R$ 1.788,40 R$ 2.806,62

Cada linha sai só das admissões de operador de produção química naquele estado, na jornada de 41 a 44 horas semanais. A faixa do topo da página (P10 e P90) é a do Brasil inteiro, que está na linha destacada; a de cada estado é a da sua linha. P10: no máximo um em cada dez entrou ganhando menos; P90: no máximo um em cada dez entrou ganhando mais. Só entram estados com pelo menos 100 admissões nessa jornada. Fonte: Microdados do Novo CAGED (MTE/PDET).

Quem é contratado

Entre set/2025 e ago/2026, 67% das admissões de operador de produção química na jornada de 41 a 44 horas semanais, a mais comum da ocupação, foram de homens; a mediana de admissão das mulheres foi R$ 2.122,00 e a dos homens, R$ 2.242,62, na mesma jornada. Cada linha traz quantas admissões foram daquele grupo e a mediana do salário de admissão dele.

Por sexo

Sexo Mediana · 41 a 44h Admissões Parcela
Mulheres R$ 2.122,00 7.154 33,1%
Homens R$ 2.242,62 14.432 66,9%

Por raça/cor

Raça/cor Mediana · 41 a 44h Admissões Parcela
Branca R$ 2.224,20 8.352 38,7%
Preta R$ 2.182,40 2.444 11,3%
Parda R$ 2.209,85 10.547 48,9%
Amarela R$ 2.209,85 151 0,7%
Outros grupos (menos de 100 admissões cada) — 92 0,4%

Por idade

Idade na admissão Mediana · 41 a 44h Admissões Parcela
Até 24 anos R$ 2.141,00 6.321 29,3%
25 a 39 anos R$ 2.227,00 9.976 46,2%
40 a 54 anos R$ 2.255,56 4.662 21,6%
55 anos ou mais R$ 2.141,00 605 2,8%
Outros grupos (menos de 100 admissões cada) — 22 0,1%

Por escolaridade

Escolaridade Mediana · 41 a 44h Admissões Parcela
Sem ensino médio completo R$ 2.120,48 3.404 15,8%
Ensino médio completo R$ 2.222,56 17.499 81,1%
Superior completo ou mais R$ 2.354,98 683 3,2%

Por sexo e raça/cor

Sexo e raça/cor Mediana · 41 a 44h Admissões Parcela
Mulheres brancas R$ 2.100,00 2.767 12,8%
Mulheres pretas R$ 2.122,00 679 3,2%
Mulheres pardas R$ 2.156,00 3.618 16,8%
Homens brancos R$ 2.260,16 5.585 25,9%
Homens pretos R$ 2.207,03 1.765 8,2%
Homens pardos R$ 2.224,20 6.929 32,1%
Outros grupos (menos de 100 admissões cada) — 243 1,1%

Todas as linhas são de admissões na jornada de 41 a 44 horas semanais, a mesma do topo da página: a mediana de cada grupo é o salário de admissão de quem entrou naquele grupo, nessa jornada. A diferença entre grupos é medida, não explicada: o setor, o estado, o tamanho da empresa, a especialidade e a idade mudam de um grupo para outro, e esta conta não separa nada disso. Sexo, raça/cor, idade e escolaridade são os que o empregador informa ao governo na admissão; a raça/cor é autodeclarada pelo trabalhador ao empregador. “Sem ensino médio completo” inclui quem começou e não terminou o ensino médio; “Ensino médio completo” inclui quem começou e não terminou a faculdade. Só aparecem grupos com pelo menos 100 admissões. Fonte: Microdados do Novo CAGED (MTE/PDET).

Por tamanho do estabelecimento

Esta seção mostrava a mediana do salário de admissão por faixa de emprego do estabelecimento que contratou. Os números foram retirados em 13 de outubro de 2026. O Ministério do Trabalho e Emprego informou que identificou inconsistências no campo “Tamanho do estabelecimento em janeiro” dos microdados do Novo CAGED e recomendou não usar essa variável, “inclusive nos arquivos anteriormente baixados”, até a divulgação da correção (comunicado do ministério). A seção volta quando os valores corrigidos forem publicados. As outras seções desta página não usam esse campo.

Remuneração em dezembro de 2025 de quem estava empregado

Esta seção mostra a remuneração de dezembro de 2025 dos vínculos de operador de produção química (CLT por prazo indeterminado, ativos em 31 de dezembro), como os empregadores a declararam à RAIS. Não é o salário de admissão da seção acima, que mede quanto o mercado pagou para contratar, e não mostra o que a profissão ganha hoje.

Jornada Mediana Vínculos P10 P90
até 20 horas semanais R$ 1.304,15 63 R$ 962,65 R$ 3.088,90
21 a 30 horas semanais R$ 9.606,53 210 R$ 3.550,78 R$ 12.702,20
31 a 39 horas semanais R$ 4.847,88 9.600 R$ 2.370,10 R$ 11.768,13
40 horas semanais R$ 4.413,95 5.009 R$ 2.542,68 R$ 9.017,85
41 a 44 horas semanais R$ 3.317,37 34.991 R$ 2.064,02 R$ 6.316,67
mais de 44 horas semanais R$ 5.437,05 875 R$ 2.184,02 R$ 20.861,67

Na jornada de 41 a 44 horas semanais, a mais numerosa, os grupos de empregadores com pelo menos 10% dos vínculos são: 99,9% em empresas.

Dado anual da RAIS, ano-base 2025, divulgado pelo Ministério do Trabalho e Emprego em 2026. A remuneração é a efetivamente recebida no mês que incide no cálculo do FGTS, sem o 13º. A tabela inclui empresas, entidades sem fins lucrativos e estatais, e não inclui a administração pública. Não acompanha reajustes posteriores a dezembro de 2025 nem o salário mínimo de 2026. A mediana de cada linha sai só dos vínculos daquela jornada, com remuneração de dezembro de 2025 maior que zero, e P10 e P90 dizem que no máximo um em cada dez vínculos fica abaixo ou acima. Ver Metodologia.

Quanto ganha um operador de produção química na admissão (CLT): R$ 2.209,85, set/2025 a ago/2026. Cartão do Ganha Quanto
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Perguntas frequentes

Quanto ganha um operador de produção química ao ser contratado com carteira assinada?

Entre set/2025 e ago/2026, a mediana do salário de admissão de operador de produção química foi de R$ 2.209,85 na jornada de 41 a 44 horas semanais, a mais comum da ocupação, entre 21.586 admissões registradas no Novo CAGED. No máximo um em cada dez entrou ganhando menos de R$ 1.788,40, e no máximo um em cada dez, mais de R$ 2.806,62.

Quanto muda o salário de admissão de operador de produção química conforme a jornada?

A mediana vai de R$ 2.209,85 (jornada de 41 a 44 horas semanais) a R$ 2.554,00 (jornada de 40 horas semanais), entre as jornadas com pelo menos 100 admissões. Cada jornada é calculada só com as admissões daquela jornada, e as medianas não se misturam.

Qual parcela das admissões de operador de produção química é pelo salário mínimo?

Na jornada de 41 a 44 horas semanais, 1,2% das admissões de operador de produção química (260 de 21.586) foram registradas com salário igual ao salário mínimo nacional do mês da contratação (R$ 1.518,00 até dez/2025 e R$ 1.621,00 a partir de jan/2026). A conta compara o salário de cada contrato com o mínimo nacional vigente no mês da admissão; piso estadual e piso de categoria não entram.

Homens e mulheres entram ganhando o mesmo como operador de produção química?

Entre set/2025 e ago/2026, 67% das admissões de operador de produção química na jornada de 41 a 44 horas semanais, a mais comum da ocupação, foram de homens; a mediana de admissão das mulheres foi R$ 2.122,00 e a dos homens, R$ 2.242,62, na mesma jornada. A diferença é medida, não explicada: setor, estado, tamanho da empresa e especialidade mudam de um grupo para o outro, e a conta não separa nada disso.

Por que o número daqui é diferente do que aparece em outros sites de salário?

Três diferenças costumam explicar. Aqui o número é a mediana (o valor do meio: pelo menos metade das admissões nele ou abaixo, e pelo menos metade nele ou acima), e não a média, que sobe com poucos salários altos. É o salário de admissão, de quem foi contratado entre set/2025 e ago/2026, e não o de quem já está empregado. E é de uma jornada só, a de 41 a 44 horas semanais: quem mistura jornadas chega a outro valor. A fonte é o Novo CAGED, e os contratos da administração pública ficam de fora. O passo a passo está na metodologia.

O salário de admissão é o que um operador de produção química ganha hoje?

Não. É o salário do contrato de quem foi contratado na ocupação entre set/2025 e ago/2026. Quem já estava empregado e teve aumento não entra na conta, e comissão, hora extra e benefícios também ficam de fora. Por isso o número diz quanto o mercado pagou para contratar, e não o que quem está na função recebe.

De onde vêm os números de salário de operador de produção química?

Dos microdados do Novo CAGED, do Ministério do Trabalho e Emprego, numa janela de 12 competências, de set/2025 a ago/2026. Entram só as admissões com salário mensal declarado; ficam de fora aprendizes, trabalho intermitente e contratos de órgãos da administração pública. O passo a passo está na metodologia.

De onde vêm estes números

Microdados do Novo CAGED, do Ministério do Trabalho e Emprego. A janela são as 12 competências de set/2025 a ago/2026, reconstruída inteira a cada apuração porque o MTE revisa meses já publicados. Entram só as admissões — quem está entrando na ocupação —, com salário mensal declarado; ficam de fora contratos de aprendiz, trabalho intermitente e os de órgãos da administração pública. O corte é feito pela atividade econômica que o empregador declara: sai quem declara administração pública. Empresa estatal continua na base, porque declara a atividade do seu setor — banco, correio, hospital. A ocupação reúne 1 código da CBO 2002, e a ocupação é a declarada pelo empregador ao Ministério do Trabalho. O passo a passo está na metodologia.

Classificação Brasileira de Ocupações: CBO 2002, família 8131.

Ocupações parecidas

Outras ocupações da área Indústria e manutenção, com a mediana do salário de admissão de cada uma entre set/2025 e ago/2026. Cada linha usa a jornada em que a ocupação mais contrata, por isso a jornada pode mudar de uma linha para outra.

R$ 1.790,00R$ 4.860,00

Operador de produção químicaas 6 da tabelaoutras da área (62 no total)

Ocupação Jornada Mediana Admissões
Estofador de móveis 41 a 44 horas semanais R$ 2.252,47 6.271
Técnico eletrônico 41 a 44 horas semanais R$ 2.250,00 13.891
Apontador de produção 41 a 44 horas semanais R$ 2.230,01 34.848
Inspetor de qualidade 41 a 44 horas semanais R$ 2.229,97 61.010
Montador de equipamentos elétricos 41 a 44 horas semanais R$ 2.219,80 45.314
Marceneiro 41 a 44 horas semanais R$ 2.189,97 33.396

Só ocupações do setor privado (CLT), todas medidas do mesmo jeito. É o salário de quem foi contratado no período, e não o de quem já está na função.