Início / Salários no setor privado (CLT) / Quanto ganha um motorista de caminhão na admissão (CLT)

Quanto ganha um motorista de caminhão na admissão (CLT)

Salários no setor privado / Motorista de caminhão

Entre ago/2025 e jul/2026, a mediana do salário de admissão de motorista de caminhão com carteira assinada (CLT) foi de R$ 2.745,00 na jornada de 41 a 44 horas semanais, a mais comum da ocupação, entre 556.284 admissões registradas no Novo CAGED.

É o salário de quem foi contratado nesse período, e não de quem já está empregado na ocupação. É o valor fixo do contrato: não inclui comissão, hora extra nem benefício.

Período ago/2025 a jul/2026Jornada 41 a 44 horas semanaisAdmissões 556.284Atualizado em

Mediana · 41 a 44h
R$ 2.745,00
10% entram abaixo de
R$ 2.100,00
10% entram acima de
R$ 3.320,91
Admissões · 41 a 44h
556.284

Faixa do salário de admissão

A faixa vai do P10 (R$ 2.100,00) ao P90 (R$ 3.320,91): entre as 556.284 admissões de motorista de caminhão nesta jornada, no máximo um em cada dez entrou ganhando menos que o primeiro valor, e no máximo um em cada dez entrou ganhando mais que o segundo. O traço é a mediana. Tudo em salário de admissão, antes dos descontos, na jornada de 41 a 44 horas semanais.

Quanto muda conforme a jornada

Jornada Mediana Admissões P10 P90
até 20 horas semanaisaté 20h R$ 2.779,05 1.111 R$ 1.162,00 R$ 3.196,65
21 a 30 horas semanais21 a 30h R$ 2.306,50 700 R$ 1.239,78 R$ 3.297,33
31 a 39 horas semanais31 a 39h R$ 2.565,18 3.966 R$ 2.001,60 R$ 3.361,73
40 horas semanais40h R$ 2.596,43 7.430 R$ 1.992,21 R$ 3.277,04
41 a 44 horas semanais41 a 44h R$ 2.745,00 556.284 R$ 2.100,00 R$ 3.320,91

A linha destacada é a jornada mais comum da ocupação, e é dela que sai o número do topo desta página. Cada linha sai das admissões daquela jornada, e não de um número geral repartido depois. Só entram jornadas com pelo menos 100 admissões; as 5 linhas acima cobrem 98% das admissões de motorista de caminhão com jornada declarada.

Por tamanho do estabelecimento

Para cada admissão, o Novo CAGED informa a faixa de emprego do estabelecimento que contratou, no início de janeiro. É a faixa do estabelecimento que contratou, e não a da empresa inteira. As faixas abaixo são as do Ministério do Trabalho, que não diz em que unidade a faixa conta: “zero” é o código da faixa zero, e o dado não diz mais que isso.

Jornada de 40 horas semanais

Faixa de emprego do estabelecimento Mediana Admissões P10 P90
Zero R$ 2.771,58 1.424 R$ 1.995,97 R$ 3.500,00
Esta faixa está marcada como concentrada num valor só, por um dos três testes do site (ver Metodologia). O valor mais repetido é R$ 2.960,30, com 10,04% das admissões. Nesses casos a mediana descreve menos a variação do salário e mais essa concentração.
De 1 a 9 R$ 2.571,00 2.017 R$ 1.900,00 R$ 3.192,56
De 10 a 49 R$ 2.568,10 1.822 R$ 2.000,30 R$ 3.192,56
De 50 a 249 R$ 2.683,60 1.080 R$ 2.012,04 R$ 3.330,00
250 ou mais R$ 2.595,91 1.087 R$ 2.168,76 R$ 3.253,96

Na jornada de 40 horas semanais, a mediana de admissão vai de R$ 2.568,10 (faixa de emprego de 10 a 49) a R$ 2.683,60 (faixa de emprego de 50 a 249), entre as faixas com pelo menos 100 admissões e sem concentração num valor só.

Jornada de 41 a 44 horas semanais

Faixa de emprego do estabelecimento Mediana Admissões P10 P90
Zero R$ 2.800,00 68.794 R$ 2.101,39 R$ 3.392,00
De 1 a 9 R$ 2.697,57 109.351 R$ 2.000,00 R$ 3.276,00
De 10 a 49 R$ 2.697,57 154.010 R$ 2.059,57 R$ 3.281,84
De 50 a 249 R$ 2.740,01 129.629 R$ 2.156,00 R$ 3.299,90
250 ou mais R$ 2.816,11 94.500 R$ 2.182,90 R$ 3.376,00

Na jornada de 41 a 44 horas semanais, a mediana de admissão vai de R$ 2.697,57 (faixa de emprego de 1 a 9) a R$ 2.816,11 (faixa de emprego 250 ou mais), entre as faixas com pelo menos 100 admissões e sem concentração num valor só.

Cada tabela é de uma jornada só, e as jornadas não se misturam. O dado não separa setor, função e cidade: a diferença entre as faixas descreve onde motorista de caminhão foi contratado, e não explica por que o salário é maior ou menor.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um motorista de caminhão ao ser contratado com carteira assinada?

Entre ago/2025 e jul/2026, a mediana do salário de admissão de motorista de caminhão foi de R$ 2.745,00 na jornada de 41 a 44 horas semanais, a mais comum da ocupação, entre 556.284 admissões registradas no Novo CAGED. No máximo um em cada dez entrou ganhando menos de R$ 2.100,00, e no máximo um em cada dez, mais de R$ 3.320,91.

Quanto muda o salário de admissão de motorista de caminhão conforme a jornada?

A mediana vai de R$ 2.306,50 (jornada de 21 a 30 horas semanais) a R$ 2.779,05 (jornada de até 20 horas semanais), entre as jornadas com pelo menos 100 admissões. Cada jornada é calculada só com as admissões daquela jornada, e as medianas não se misturam.

O tamanho do estabelecimento muda o salário de admissão de motorista de caminhão?

Na jornada de 40 horas semanais, a mediana vai de R$ 2.568,10 (faixa de emprego de 10 a 49) a R$ 2.683,60 (faixa de emprego de 50 a 249), entre as faixas com pelo menos 100 admissões e sem concentração num valor só. A faixa é a do estabelecimento que contratou, no início de janeiro, e não a da empresa inteira. O dado não diz por que a diferença existe.

O salário de admissão é o que um motorista de caminhão ganha hoje?

Não. É o salário do contrato de quem foi contratado na ocupação entre ago/2025 e jul/2026. Quem já estava empregado e teve aumento não entra na conta, e comissão, hora extra e benefícios também ficam de fora. Por isso o número diz quanto o mercado pagou para contratar, e não o que quem está na função recebe.

De onde vêm os números de salário de motorista de caminhão?

Dos microdados do Novo CAGED, do Ministério do Trabalho e Emprego, numa janela de 12 competências, de ago/2025 a jul/2026. Entram só as admissões com salário mensal declarado; ficam de fora aprendizes, trabalho intermitente e contratos de órgãos da administração pública. O passo a passo está na metodologia.

De onde vêm estes números

Microdados do Novo CAGED, do Ministério do Trabalho e Emprego. A janela são as 12 competências de ago/2025 a jul/2026, reconstruída inteira a cada apuração porque o MTE revisa meses já publicados. Entram só as admissões — quem está entrando na ocupação —, com salário mensal declarado; ficam de fora contratos de aprendiz, trabalho intermitente e os de órgãos da administração pública. O corte é feito pela atividade econômica que o empregador declara: sai quem declara administração pública. Empresa estatal continua na base, porque declara a atividade do seu setor — banco, correio, hospital. A ocupação reúne 1 código da CBO 2002, e a ocupação é a declarada pelo empregador ao Ministério do Trabalho. O passo a passo está na metodologia.

Classificação Brasileira de Ocupações: CBO 2002, família 7825.

Outras profissões