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Quanto ganha um apontador de produção na admissão (CLT)

Período set/2025 a ago/2026Jornada 41 a 44 hAdmissões 34.848atualizado Pro Abrir por estado e mês

Mediana · 41 a 44h
R$ 2.230,01
10% entram abaixo de
R$ 1.700,00
10% entram acima de
R$ 3.277,22
Admissões · 41 a 44h
34.848

Salários no setor privado / Apontador de produção

Entre set/2025 e ago/2026, a mediana do salário de admissão de apontador de produção com carteira assinada (CLT) foi de R$ 2.230,01 na jornada de 41 a 44 horas semanais, a mais comum da ocupação, entre 34.848 admissões registradas no Novo CAGED.

É o salário de quem foi contratado nesse período, e não de quem já está empregado na ocupação. É o valor fixo do contrato: não inclui comissão, hora extra nem benefício. O número é a mediana: metade das admissões ficou abaixo dele e metade acima, o que o diferencia de uma média, puxada por poucos salários altos (o que é mediana).

Parte relevante dessas admissões é feita por agências de mão de obra temporária. Nesses casos, o empregador registrado no CAGED é a agência, e não a empresa onde a pessoa trabalha, e o salário é o do contrato com a agência.

Quanto sobra depois do INSS e do Imposto de Renda? Faça a conta no salário líquido CLT.

Na prática, a partir da mediana de R$ 2.230,01:

Por hora (44 h por semana)R$ 10,14
Por ano, com 13º e terço de fériasR$ 29.733
Líquido estimado por mêsR$ 2.054
Custo estimado para a empresa, por mêsR$ 3.617
Como foi calculado

São contas sobre a mediana de admissão da jornada mais comum, não dados do Novo CAGED. O ano soma 12 salários, o 13º e o terço de férias. O líquido desconta o INSS por faixa e o Imposto de Renda de 2026, sem dependentes nem outros descontos; para o seu caso, use a calculadora de salário líquido CLT. O custo para a empresa soma FGTS (8%), INSS patronal (20%), RAT (2%) e terceiros (5,8%), com 13º e férias provisionados; empresa do Simples Nacional, em geral, não paga INSS patronal nem terceiros à parte. A hora divide a mediana por 220 horas por mês, o divisor usual da jornada de 44 horas semanais.

Faixa do salário de admissão

A faixa vai do P10 (R$ 1.700,00) ao P90 (R$ 3.277,22): entre as 34.848 admissões de apontador de produção nesta jornada, no máximo um em cada dez entrou ganhando menos que o primeiro valor, e no máximo um em cada dez entrou ganhando mais que o segundo. O traço é a mediana. Tudo em salário de admissão, antes dos descontos, na jornada de 41 a 44 horas semanais.

Na jornada de 41 a 44 horas semanais, 3,2% das admissões de apontador de produção (1.110 de 34.848) foram registradas com salário igual ao salário mínimo nacional do mês da contratação (R$ 1.518,00 até dez/2025 e R$ 1.621,00 a partir de jan/2026).

Quanto muda conforme a jornada

Jornada Mediana Admissões P10 P90
31 a 39 horas semanais31 a 39h R$ 2.137,19 511 R$ 1.607,35 R$ 3.082,68
40 horas semanais40h R$ 2.086,78 552 R$ 1.650,00 R$ 3.525,25
41 a 44 horas semanais41 a 44h R$ 2.230,01 34.848 R$ 1.700,00 R$ 3.277,22

A linha destacada é a jornada mais comum da ocupação, e é dela que sai o número do topo desta página. Cada linha sai das admissões daquela jornada, e não de um número geral repartido depois. Só entram jornadas com pelo menos 100 admissões; as 3 linhas acima cobrem 96% das admissões de apontador de produção com jornada declarada.

Compare o seu salário

Salário de admissão mês a mês

Mediana do salário de admissão de apontador de produção em cada mês, na jornada de 41 a 44 horas semanais, a mesma do topo da página. Foi de R$ 2.161,19 em setembro de 2025 a R$ 2.285,80 em agosto de 2026; a menor foi em setembro de 2025 e a maior em julho de 2026.

Mediana de admissão Salário mínimo nacional

R$ 1.400R$ 1.600R$ 1.800R$ 2.000R$ 2.200R$ 2.400set2025outnovdezjan2026fevmarabrmaijunjulago

Mês Mediana de admissão Admissões
setembro de 2025 R$ 2.161,19 3.075
outubro de 2025 R$ 2.200,00 2.924
novembro de 2025 R$ 2.206,90 2.110
dezembro de 2025 R$ 2.200,00 1.226
janeiro de 2026 R$ 2.269,00 3.121
fevereiro de 2026 R$ 2.177,38 3.042
março de 2026 R$ 2.211,00 3.499
abril de 2026 R$ 2.227,61 3.493
maio de 2026 R$ 2.281,40 3.252
junho de 2026 R$ 2.280,00 3.183
julho de 2026 R$ 2.300,00 3.045
agosto de 2026 R$ 2.285,80 2.878

É o valor fixo do contrato de quem foi contratado em cada mês, e não a evolução do salário de quem já estava na ocupação. A mediana de um mês para o outro também muda com quem contratou (setor, região, tamanho da empresa), e não só com reajuste. O eixo do gráfico não começa no zero, para a variação aparecer. A linha tracejada é o salário mínimo nacional de cada mês: quando ele sobe, em janeiro, sobe junto o salário de quem é contratado perto do piso. Só entram meses com pelo menos 30 admissões. Fonte: Microdados do Novo CAGED (MTE/PDET).

Comparado aos 12 meses anteriores

Entre set/2025 e ago/2026, as admissões de apontador de produção com carteira assinada foram 8% menores que as de set/2024 a ago/2025, e a mediana do salário de admissão, na jornada de 41 a 44 horas semanais, passou de R$ 2.039,08 para R$ 2.230,01 (+9,4%).

set/2024 a ago/2025 set/2025 a ago/2026 Variação
Admissões 40.875 37.598 −8,0%
Desligamentos 46.408 43.943 −5,3%
Saldo −5.533 −6.345 −812
Mediana de admissão (41 a 44 horas semanais) R$ 2.039,08 R$ 2.230,01 +9,4%

As duas colunas usam as mesmas regras: a mesma ocupação, os mesmos setores e, na mediana, a mesma jornada do topo da página. A variação é nominal, sem descontar a inflação; o salário mínimo nacional foi de R$ 1.412,00 a partir de set/2024 e R$ 1.518,00 a partir de jan/2025 no primeiro período e de R$ 1.518,00 a partir de set/2025 e R$ 1.621,00 a partir de jan/2026 no segundo. A mediana de admissão também muda com quem contratou (setor, região, tamanho da empresa), e não só com reajuste. Fonte: Microdados do Novo CAGED (MTE/PDET).

O que faz um apontador de produção

O apontador de produção registra o que acontece na produção: anota o início e o fim de cada serviço, as horas trabalhadas por pessoas e máquinas e as paradas, conta o que foi produzido e calcula a produtividade. Também confere cargas, do peso e do lote aos lacres, verifica notas fiscais e ordens de serviço, distribui tarefas à equipe e preenche fichas de apontamento e relatórios. Quando o apontamento é de mão de obra, o foco vai para o ponto: cartões, faltas, atrasos, horas extras, férias e folgas.

O texto resume a descrição oficial, na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), das ocupações que mais contratam nesta família, e não é uma medição do site.

Admissões e desligamentos de apontador de produção

De setembro de 2025 a agosto de 2026, o Novo CAGED registrou 37.598 admissões com carteira assinada de apontador de produção e 43.943 desligamentos com carteira assinada. A diferença entre as duas contagens (o saldo) é de −6.345.

Mercado em retração no período: para cada 100 desligamentos, houve 86 admissões. Toda admissão repôs um desligamento, e ainda ficaram 6.345 desligamentos sem reposição na janela.

As admissões de apontador de produção variam muito de um mês para o outro: março de 2026 teve 2,7 vezes as admissões de dezembro de 2025. Por isso, olhe a janela inteira, e não um mês isolado: a diferença entre admissões e desligamentos de um mês sozinho depende da época do ano.

Mês a mês

Admissões Desligamentos

02 mil4 mil6 milset2025outnovdezjan2026fevmarabrmaijunjulago

Saldo de cada mês (admissões menos desligamentos): acima de zero, entrou mais gente do que saiu.

−4 mil−2 mil0+2 mil+4 milset2025outnovdezjan2026fevmarabrmaijunjulago

Mês Admissões Desligamentos Saldo
setembro de 2025 3.226 3.504 −278
outubro de 2025 3.082 4.341 −1.259
novembro de 2025 2.324 3.635 −1.311
dezembro de 2025 1.339 3.740 −2.401
janeiro de 2026 3.357 3.080 +277
fevereiro de 2026 3.207 3.419 −212
março de 2026 3.669 3.739 −70
abril de 2026 3.652 3.697 −45
maio de 2026 3.568 3.615 −47
junho de 2026 3.422 3.791 −369
julho de 2026 3.644 3.678 −34
agosto de 2026 3.108 3.704 −596

Em quais setores

Setor do empregador (divisão da CNAE) Admissões Parcela Mediana · 41 a 44h
Obras de infra-estrutura 5.141 13,7% R$ 2.431,00
Seleção, agenciamento e locação de mão-de-obra 3.920 10,4% R$ 2.131,94
Fabricação de produtos alimentícios 2.651 7,1% R$ 2.123,00
Construção de edifícios 2.082 5,5% R$ 2.310,00
Agricultura, pecuária e serviços relacionados 2.071 5,5% R$ 2.435,28
Outros 71 setores 21.733 57,8% —

O setor é a atividade principal do estabelecimento que contratou, e não a função da pessoa. Só aparecem em separado os setores com pelo menos 100 admissões, até cinco; os demais estão somados em “Outros”. A mediana é a do salário de admissão na jornada de 41 a 44 horas semanais, a do topo da página, e só aparece no setor com pelo menos 100 admissões nessa jornada. A diferença entre setores é medida, não explicada.

Em quais estados

Estado Admissões Parcela
São Paulo 10.291 27,4%
Minas Gerais 4.759 12,7%
Santa Catarina 3.726 9,9%
Paraná 2.579 6,9%
Goiás 1.909 5,1%

O estado é o do estabelecimento que contratou. Só entram estados com pelo menos 100 admissões, até cinco. Ficam de fora os outros 22 estados, com 14.331 admissões, e 3 admissões sem estado informado.

Admissão e desligamento são movimentações, e não pessoas: a mesma pessoa pode ser admitida e desligada mais de uma vez na janela. A conta inclui só vínculos com carteira assinada, sem aprendiz e sem trabalho intermitente. Servidores estatutários, autônomos, informais e a administração pública ficam de fora. O saldo é a diferença entre as duas contagens, e não a variação do total de pessoas empregadas como apontador de produção. A régua de “expansão” (pelo menos 105 admissões para cada 100 desligamentos na janela), “retração” (95 ou menos) e “estável” (entre as duas) é desta página: descreve a janela, não diz por quê nem prevê o ano seguinte. A taxa de rotatividade, no sentido usual, divide as movimentações pelo número de pessoas empregadas na ocupação, que o Novo CAGED não traz; por isso ela não é calculada aqui. Fonte: Microdados do Novo CAGED (MTE/PDET).

Quanto se paga em cada estado

Na jornada de 41 a 44 horas semanais, a mediana do salário de admissão de apontador de produção vai de R$ 1.680,00 no Ceará a R$ 2.424,06 na Bahia. No Brasil, é R$ 2.230,01. 25 estados têm pelo menos 100 admissões nessa jornada.

No mapa, cada bolha é um estado: o tamanho é o número de admissões na jornada, e a cor diz quanto a mediana do estado fica acima ou abaixo da do Brasil. A diferença entre estados também reflete quem contrata em cada um (setor, tamanho da empresa), e não só o salário da função. O estado é o do estabelecimento que contratou.

Estado Mediana Admissões P10 P90
Acre R$ 1.918,54 163 R$ 1.621,00 R$ 2.388,68
Alagoas R$ 2.018,70 347 R$ 1.563,54 R$ 2.530,48
Amazonas R$ 2.015,84 568 R$ 1.800,00 R$ 2.804,25
Bahia R$ 2.424,06 1.112 R$ 1.621,00 R$ 3.500,00
Ceará R$ 1.680,00 1.104 R$ 1.621,00 R$ 2.745,60
Distrito Federal R$ 2.009,90 254 R$ 1.664,00 R$ 3.191,99
Espírito Santo R$ 2.026,00 590 R$ 1.650,00 R$ 3.500,00
Goiás R$ 2.305,60 1.863 R$ 1.749,62 R$ 3.274,53
Maranhão R$ 2.296,80 402 R$ 1.630,20 R$ 2.789,37
Mato Grosso R$ 2.400,00 1.075 R$ 1.800,00 R$ 3.430,02
Mato Grosso do Sul R$ 2.200,00 531 R$ 1.700,09 R$ 3.386,70
Minas Gerais R$ 2.120,00 4.413 R$ 1.685,00 R$ 3.126,45
Pará R$ 2.268,20 708 R$ 1.719,18 R$ 2.862,00
Paraíba R$ 1.842,94 327 R$ 1.639,80 R$ 2.588,50
Paraná R$ 2.325,74 2.474 R$ 1.950,00 R$ 3.410,33
Pernambuco R$ 2.284,42 746 R$ 1.621,00 R$ 3.174,26
Piauí R$ 2.221,90 374 R$ 1.640,85 R$ 2.500,00
Rio de Janeiro R$ 2.238,38 1.345 R$ 1.630,98 R$ 3.471,60
Rio Grande do Norte R$ 1.946,00 302 R$ 1.621,00 R$ 2.600,00
Rio Grande do Sul R$ 2.137,75 1.754 R$ 1.862,21 R$ 3.300,00
Rondônia R$ 1.911,00 272 R$ 1.688,00 R$ 2.308,69
Santa Catarina R$ 2.213,36 3.600 R$ 1.960,20 R$ 3.000,00
São Paulo R$ 2.314,00 9.951 R$ 1.800,00 R$ 3.500,00
Sergipe R$ 1.800,00 210 R$ 1.605,00 R$ 2.460,04
Tocantins R$ 2.182,57 211 R$ 1.800,00 R$ 2.800,00
Brasil R$ 2.230,01 34.848 R$ 1.700,00 R$ 3.277,22

Cada linha sai só das admissões de apontador de produção naquele estado, na jornada de 41 a 44 horas semanais. A faixa do topo da página (P10 e P90) é a do Brasil inteiro, que está na linha destacada; a de cada estado é a da sua linha. P10: no máximo um em cada dez entrou ganhando menos; P90: no máximo um em cada dez entrou ganhando mais. Só entram estados com pelo menos 100 admissões nessa jornada. Fonte: Microdados do Novo CAGED (MTE/PDET).

Quem é contratado

Entre set/2025 e ago/2026, 74% das admissões de apontador de produção na jornada de 41 a 44 horas semanais, a mais comum da ocupação, foram de homens; a mediana de admissão das mulheres foi R$ 2.120,00 e a dos homens, R$ 2.285,80, na mesma jornada. Cada linha traz quantas admissões foram daquele grupo e a mediana do salário de admissão dele.

Por sexo

Sexo Mediana · 41 a 44h Admissões Parcela
Mulheres R$ 2.120,00 9.000 25,8%
Homens R$ 2.285,80 25.848 74,2%

Por raça/cor

Raça/cor Mediana · 41 a 44h Admissões Parcela
Branca R$ 2.268,28 12.662 36,3%
Preta R$ 2.189,97 2.839 8,2%
Parda R$ 2.226,00 19.074 54,7%
Amarela R$ 2.180,68 198 0,6%
Outros grupos (menos de 100 admissões cada) — 75 0,2%

Por idade

Idade na admissão Mediana · 41 a 44h Admissões Parcela
Até 24 anos R$ 2.083,61 10.324 29,6%
25 a 39 anos R$ 2.276,00 16.063 46,1%
40 a 54 anos R$ 2.400,00 7.117 20,4%
55 anos ou mais R$ 2.404,60 1.309 3,8%
Outros grupos (menos de 100 admissões cada) — 35 0,1%

Por escolaridade

Escolaridade Mediana · 41 a 44h Admissões Parcela
Sem ensino médio completo R$ 2.184,46 6.817 19,6%
Ensino médio completo R$ 2.226,90 26.181 75,1%
Superior completo ou mais R$ 2.800,00 1.850 5,3%

Por sexo e raça/cor

Sexo e raça/cor Mediana · 41 a 44h Admissões Parcela
Mulheres brancas R$ 2.200,00 3.997 11,5%
Mulheres pretas R$ 2.115,50 698 2,0%
Mulheres pardas R$ 2.103,00 4.236 12,2%
Homens brancos R$ 2.310,00 8.665 24,9%
Homens pretos R$ 2.221,90 2.141 6,1%
Homens pardos R$ 2.270,11 14.838 42,6%
Homens amarelos R$ 2.208,00 146 0,4%
Outros grupos (menos de 100 admissões cada) — 127 0,4%

Todas as linhas são de admissões na jornada de 41 a 44 horas semanais, a mesma do topo da página: a mediana de cada grupo é o salário de admissão de quem entrou naquele grupo, nessa jornada. A diferença entre grupos é medida, não explicada: o setor, o estado, o tamanho da empresa, a especialidade e a idade mudam de um grupo para outro, e esta conta não separa nada disso. Sexo, raça/cor, idade e escolaridade são os que o empregador informa ao governo na admissão; a raça/cor é autodeclarada pelo trabalhador ao empregador. “Sem ensino médio completo” inclui quem começou e não terminou o ensino médio; “Ensino médio completo” inclui quem começou e não terminou a faculdade. Só aparecem grupos com pelo menos 100 admissões. Fonte: Microdados do Novo CAGED (MTE/PDET).

Por especialidade

Esta página soma 2 códigos da Classificação Brasileira de Ocupações (CBO). As tabelas abaixo abrem o salário de admissão de apontador de produção por código, no mesmo período, uma jornada por tabela. Cada linha sai só das admissões daquele código.

Jornada de 41 a 44 horas semanais

Ocupação na CBO Mediana Admissões P10 P90
Apontador de produção R$ 2.192,20 25.302 R$ 1.691,80 R$ 3.473,06
Apontador de mão-de-obra R$ 2.332,50 9.546 R$ 1.793,78 R$ 3.031,60

Na jornada de 41 a 44 horas semanais, a mediana de admissão vai de R$ 2.192,20 (apontador de produção) a R$ 2.332,50 (apontador de mão-de-obra), entre os códigos com pelo menos 100 admissões e sem concentração num valor só.

Jornada de 40 horas semanais

Ocupação na CBO Mediana Admissões P10 P90
Apontador de produção R$ 2.002,58 415 R$ 1.648,22 R$ 3.764,72
Apontador de mão-de-obra R$ 2.242,85 137 R$ 1.678,69 R$ 3.158,52

Na jornada de 40 horas semanais, a mediana de admissão vai de R$ 2.002,58 (apontador de produção) a R$ 2.242,85 (apontador de mão-de-obra), entre os códigos com pelo menos 100 admissões e sem concentração num valor só.

Entram os códigos com pelo menos 100 admissões na jornada, até 15 linhas por tabela, do que mais contratou ao que menos contratou. Os títulos são os da CBO 2002, do Ministério do Trabalho e Emprego, e o código é o que o empregador informou ao registrar a admissão. O dado não diz por que um código paga mais que outro.

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Por tamanho do estabelecimento

Esta seção mostrava a mediana do salário de admissão por faixa de emprego do estabelecimento que contratou. Os números foram retirados em 13 de outubro de 2026. O Ministério do Trabalho e Emprego informou que identificou inconsistências no campo “Tamanho do estabelecimento em janeiro” dos microdados do Novo CAGED e recomendou não usar essa variável, “inclusive nos arquivos anteriormente baixados”, até a divulgação da correção (comunicado do ministério). A seção volta quando os valores corrigidos forem publicados. As outras seções desta página não usam esse campo.

Remuneração em dezembro de 2025 de quem estava empregado

Esta seção mostra a remuneração de dezembro de 2025 dos vínculos de apontador de produção (CLT por prazo indeterminado, ativos em 31 de dezembro), como os empregadores a declararam à RAIS. Não é o salário de admissão da seção acima, que mede quanto o mercado pagou para contratar, e não mostra o que a profissão ganha hoje.

Jornada Mediana Vínculos P10 P90
até 20 horas semanais R$ 2.445,23 75 R$ 1.017,14 R$ 6.705,93
21 a 30 horas semanais R$ 2.168,98 139 R$ 966,80 R$ 4.702,38
31 a 39 horas semanais R$ 3.423,89 1.840 R$ 1.899,56 R$ 7.054,41
40 horas semanais R$ 3.900,68 1.362 R$ 1.876,43 R$ 9.998,93
41 a 44 horas semanais R$ 3.296,99 64.067 R$ 1.937,47 R$ 6.645,22
mais de 44 horas semanais R$ 3.239,32 2.561 R$ 1.889,73 R$ 6.557,20

Na jornada de 41 a 44 horas semanais, a mais numerosa, os grupos de empregadores com pelo menos 10% dos vínculos são: 97,5% em empresas.

Dado anual da RAIS, ano-base 2025, divulgado pelo Ministério do Trabalho e Emprego em 2026. A remuneração é a efetivamente recebida no mês que incide no cálculo do FGTS, sem o 13º. A tabela inclui empresas, entidades sem fins lucrativos e estatais, e não inclui a administração pública. Não acompanha reajustes posteriores a dezembro de 2025 nem o salário mínimo de 2026. A mediana de cada linha sai só dos vínculos daquela jornada, com remuneração de dezembro de 2025 maior que zero, e P10 e P90 dizem que no máximo um em cada dez vínculos fica abaixo ou acima. Ver Metodologia.

Quanto ganha um apontador de produção na admissão (CLT): R$ 2.230,01, set/2025 a ago/2026. Cartão do Ganha Quanto
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Perguntas frequentes

Quanto ganha um apontador de produção ao ser contratado com carteira assinada?

Entre set/2025 e ago/2026, a mediana do salário de admissão de apontador de produção foi de R$ 2.230,01 na jornada de 41 a 44 horas semanais, a mais comum da ocupação, entre 34.848 admissões registradas no Novo CAGED. No máximo um em cada dez entrou ganhando menos de R$ 1.700,00, e no máximo um em cada dez, mais de R$ 3.277,22.

Quanto muda o salário de admissão de apontador de produção conforme a jornada?

A mediana vai de R$ 2.086,78 (jornada de 40 horas semanais) a R$ 2.230,01 (jornada de 41 a 44 horas semanais), entre as jornadas com pelo menos 100 admissões. Cada jornada é calculada só com as admissões daquela jornada, e as medianas não se misturam.

Quanto muda o salário de admissão de apontador de produção conforme a especialidade?

Na jornada de 41 a 44 horas semanais, a mediana vai de R$ 2.192,20 (apontador de produção) a R$ 2.332,50 (apontador de mão-de-obra), entre os códigos da Classificação Brasileira de Ocupações com pelo menos 100 admissões e sem concentração num valor só. Cada código é calculado só com as admissões dele. O dado não diz por que a diferença existe.

Qual parcela das admissões de apontador de produção é pelo salário mínimo?

Na jornada de 41 a 44 horas semanais, 3,2% das admissões de apontador de produção (1.110 de 34.848) foram registradas com salário igual ao salário mínimo nacional do mês da contratação (R$ 1.518,00 até dez/2025 e R$ 1.621,00 a partir de jan/2026). A conta compara o salário de cada contrato com o mínimo nacional vigente no mês da admissão; piso estadual e piso de categoria não entram.

Homens e mulheres entram ganhando o mesmo como apontador de produção?

Entre set/2025 e ago/2026, 74% das admissões de apontador de produção na jornada de 41 a 44 horas semanais, a mais comum da ocupação, foram de homens; a mediana de admissão das mulheres foi R$ 2.120,00 e a dos homens, R$ 2.285,80, na mesma jornada. A diferença é medida, não explicada: setor, estado, tamanho da empresa e especialidade mudam de um grupo para o outro, e a conta não separa nada disso.

Por que o número daqui é diferente do que aparece em outros sites de salário?

Três diferenças costumam explicar. Aqui o número é a mediana (o valor do meio: pelo menos metade das admissões nele ou abaixo, e pelo menos metade nele ou acima), e não a média, que sobe com poucos salários altos. É o salário de admissão, de quem foi contratado entre set/2025 e ago/2026, e não o de quem já está empregado. E é de uma jornada só, a de 41 a 44 horas semanais: quem mistura jornadas chega a outro valor. A fonte é o Novo CAGED, e os contratos da administração pública ficam de fora. O passo a passo está na metodologia.

O salário de admissão é o que um apontador de produção ganha hoje?

Não. É o salário do contrato de quem foi contratado na ocupação entre set/2025 e ago/2026. Quem já estava empregado e teve aumento não entra na conta, e comissão, hora extra e benefícios também ficam de fora. Por isso o número diz quanto o mercado pagou para contratar, e não o que quem está na função recebe.

De onde vêm os números de salário de apontador de produção?

Dos microdados do Novo CAGED, do Ministério do Trabalho e Emprego, numa janela de 12 competências, de set/2025 a ago/2026. Entram só as admissões com salário mensal declarado; ficam de fora aprendizes, trabalho intermitente e contratos de órgãos da administração pública. O passo a passo está na metodologia.

De onde vêm estes números

Microdados do Novo CAGED, do Ministério do Trabalho e Emprego. A janela são as 12 competências de set/2025 a ago/2026, reconstruída inteira a cada apuração porque o MTE revisa meses já publicados. Entram só as admissões — quem está entrando na ocupação —, com salário mensal declarado; ficam de fora contratos de aprendiz, trabalho intermitente e os de órgãos da administração pública. O corte é feito pela atividade econômica que o empregador declara: sai quem declara administração pública. Empresa estatal continua na base, porque declara a atividade do seu setor — banco, correio, hospital. A ocupação reúne 2 códigos da CBO 2002, e a ocupação é a declarada pelo empregador ao Ministério do Trabalho. O passo a passo está na metodologia.

Classificação Brasileira de Ocupações: CBO 2002, família 4142.

Ocupações parecidas

Outras ocupações da área Indústria e manutenção, com a mediana do salário de admissão de cada uma entre set/2025 e ago/2026. Cada linha usa a jornada em que a ocupação mais contrata, por isso a jornada pode mudar de uma linha para outra.

R$ 1.790,00R$ 4.860,00

Apontador de produçãoas 6 da tabelaoutras da área (62 no total)

Ocupação Jornada Mediana Admissões
Operador de máquinas fixas 41 a 44 horas semanais R$ 2.257,67 68.075
Estofador de móveis 41 a 44 horas semanais R$ 2.252,47 6.271
Técnico eletrônico 41 a 44 horas semanais R$ 2.250,00 13.891
Inspetor de qualidade 41 a 44 horas semanais R$ 2.229,97 61.010
Montador de equipamentos elétricos 41 a 44 horas semanais R$ 2.219,80 45.314
Operador de produção química 41 a 44 horas semanais R$ 2.209,85 21.586

Só ocupações do setor privado (CLT), todas medidas do mesmo jeito. É o salário de quem foi contratado no período, e não o de quem já está na função.