Pro

Quanto ganha um cabeleireiro na admissão (CLT)

Período set/2025 a ago/2026Jornada 41 a 44 hAdmissões 3.472atualizado Pro Abrir por estado e mês

Mediana · 41 a 44h
R$ 1.743,16
10% entram abaixo de
R$ 1.563,05
10% entram acima de
R$ 2.200,00
Admissões · 41 a 44h
3.472

Salários no setor privado / Cabeleireiro

Entre set/2025 e ago/2026, a mediana do salário de admissão de cabeleireiro com carteira assinada (CLT) foi de R$ 1.743,16 na jornada de 41 a 44 horas semanais, a mais comum da ocupação, entre 3.472 admissões registradas no Novo CAGED.

É o salário de quem foi contratado nesse período, e não de quem já está empregado na ocupação. É o valor fixo do contrato: não inclui comissão, hora extra nem benefício. O número é a mediana: metade das admissões ficou abaixo dele e metade acima, o que o diferencia de uma média, puxada por poucos salários altos (o que é mediana).

Esta página mede o cabeleireiro com carteira assinada. Quem trabalha por conta própria ou como profissional parceiro do salão não é empregado e não aparece no CAGED.

Nomes que a CBO 2002 registra para a mesma ocupação: cabeleireiro afro, cabeleireiro escovista, cabeleireiro feminino, cabeleireiro unissex.

Quanto sobra depois do INSS e do Imposto de Renda? Faça a conta no salário líquido CLT.

Na prática, a partir da mediana de R$ 1.743,16:

Por hora (44 h por semana)R$ 7,92
Por ano, com 13º e terço de fériasR$ 23.242
Líquido estimado por mêsR$ 1.611
Custo estimado para a empresa, por mêsR$ 2.828
Como foi calculado

São contas sobre a mediana de admissão da jornada mais comum, não dados do Novo CAGED. O ano soma 12 salários, o 13º e o terço de férias. O líquido desconta o INSS por faixa e o Imposto de Renda de 2026, sem dependentes nem outros descontos; para o seu caso, use a calculadora de salário líquido CLT. O custo para a empresa soma FGTS (8%), INSS patronal (20%), RAT (2%) e terceiros (5,8%), com 13º e férias provisionados; empresa do Simples Nacional, em geral, não paga INSS patronal nem terceiros à parte. A hora divide a mediana por 220 horas por mês, o divisor usual da jornada de 44 horas semanais.

Nesta jornada, 16,19% das admissões entram exatamente em R$ 1.621,00. Onde tanta gente entra pelo mesmo valor, os percentis descrevem menos a variação do salário e mais a concentração num número só — por isso o desenho abaixo mostra a mediana sem os quartis.

Faixa do salário de admissão

A faixa vai do P10 (R$ 1.563,05) ao P90 (R$ 2.200,00): entre as 3.472 admissões de cabeleireiro nesta jornada, no máximo um em cada dez entrou ganhando menos que o primeiro valor, e no máximo um em cada dez entrou ganhando mais que o segundo. O traço é a mediana. Tudo em salário de admissão, antes dos descontos, na jornada de 41 a 44 horas semanais.

Na jornada de 41 a 44 horas semanais, 23,4% das admissões de cabeleireiro (814 de 3.472) foram registradas com salário igual ao salário mínimo nacional do mês da contratação (R$ 1.518,00 até dez/2025 e R$ 1.621,00 a partir de jan/2026).

Quanto muda conforme a jornada

Jornada Mediana Admissões P10 P90
21 a 30 horas semanais21 a 30h R$ 1.112,14 156 R$ 810,50 R$ 1.675,28
31 a 39 horas semanais31 a 39h R$ 1.627,50 146 R$ 1.427,03 R$ 1.990,49
40 horas semanais40h R$ 1.726,82 201 R$ 1.606,34 R$ 2.400,00
41 a 44 horas semanais41 a 44h R$ 1.743,16 3.472 R$ 1.563,05 R$ 2.200,00

A linha destacada é a jornada mais comum da ocupação, e é dela que sai o número do topo desta página. Cada linha sai das admissões daquela jornada, e não de um número geral repartido depois. Só entram jornadas com pelo menos 100 admissões; as 4 linhas acima cobrem 96% das admissões de cabeleireiro com jornada declarada.

Compare o seu salário

Salário de admissão mês a mês

Mediana do salário de admissão de cabeleireiro em cada mês, na jornada de 41 a 44 horas semanais, a mesma do topo da página. Foi de R$ 1.673,06 em setembro de 2025 a R$ 1.818,12 em agosto de 2026; a menor foi em setembro de 2025 e a maior em agosto de 2026.

Mediana de admissão Salário mínimo nacional

R$ 1.500R$ 1.600R$ 1.700R$ 1.800R$ 1.900set2025outnovdezjan2026fevmarabrmaijunjulago

Mês Mediana de admissão Admissões
setembro de 2025 R$ 1.673,06 322
outubro de 2025 R$ 1.700,00 353
novembro de 2025 R$ 1.712,00 315
dezembro de 2025 R$ 1.675,56 204
janeiro de 2026 R$ 1.726,81 252
fevereiro de 2026 R$ 1.746,00 298
março de 2026 R$ 1.739,93 331
abril de 2026 R$ 1.765,04 305
maio de 2026 R$ 1.790,43 296
junho de 2026 R$ 1.800,00 281
julho de 2026 R$ 1.758,08 248
agosto de 2026 R$ 1.818,12 267

É o valor fixo do contrato de quem foi contratado em cada mês, e não a evolução do salário de quem já estava na ocupação. A mediana de um mês para o outro também muda com quem contratou (setor, região, tamanho da empresa), e não só com reajuste. O eixo do gráfico não começa no zero, para a variação aparecer. A linha tracejada é o salário mínimo nacional de cada mês: quando ele sobe, em janeiro, sobe junto o salário de quem é contratado perto do piso. Só entram meses com pelo menos 30 admissões. Fonte: Microdados do Novo CAGED (MTE/PDET).

Comparado aos 12 meses anteriores

Entre set/2025 e ago/2026, as admissões de cabeleireiro com carteira assinada foram 4,5% menores que as de set/2024 a ago/2025, e a mediana do salário de admissão, na jornada de 41 a 44 horas semanais, passou de R$ 1.640,00 para R$ 1.743,16 (+6,3%).

set/2024 a ago/2025 set/2025 a ago/2026 Variação
Admissões 4.347 4.151 −4,5%
Desligamentos 4.751 4.740 −0,2%
Saldo −404 −589 −185
Mediana de admissão (41 a 44 horas semanais) R$ 1.640,00 R$ 1.743,16 +6,3%

As duas colunas usam as mesmas regras: a mesma ocupação, os mesmos setores e, na mediana, a mesma jornada do topo da página. A variação é nominal, sem descontar a inflação; o salário mínimo nacional foi de R$ 1.412,00 a partir de set/2024 e R$ 1.518,00 a partir de jan/2025 no primeiro período e de R$ 1.518,00 a partir de set/2025 e R$ 1.621,00 a partir de jan/2026 no segundo. A mediana de admissão também muda com quem contratou (setor, região, tamanho da empresa), e não só com reajuste. Fonte: Microdados do Novo CAGED (MTE/PDET).

O que faz um cabeleireiro

O cabeleireiro lava, corta, seca, escova, hidrata, alisa e finaliza o cabelo, faz barba e trata problemas como seborreia e queda de cabelo. Também colore, descolore e faz reflexo em cabelo, cílios e sobrancelhas, depila e analisa o cabelo e a pele do cliente para escolher os produtos, com a estação higienizada e as ferramentas esterilizadas. Na parte administrativa, agenda clientes, controla o estoque e vende produtos.

Segundo a Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), do Ministério do Trabalho e Emprego, o trabalho do cabeleireiro se divide em 6 grandes áreas. Em cada uma, exemplos de atividades que a CBO lista:

  • Tratar da estética e saúde de cabelos e pelos: lavar o cabelo, preparar o cabelo e enrolar o cabelo.
  • Colorir/descolorir cabelo e pelos: realizar pré-pigmentação, descolorir o cabelo e decapar o cabelo, cílios e/ou sobrancelhas.
  • Aplicar técnicas de remoção de pelos: depilar (axilas, virilha, perna, rosto etc), desencravar pelos e realizar tratamento pós depilatório.
  • Atender clientes: recepcionar clientes.
  • Realizar procedimentos preparatórios e conclusivos: limpar ambiente, preparar ambiente e estação de trabalho e higienizar estação de trabalho a cada atendimento.
  • Realizar atividades administrativas: agendar clientes, cadastrar clientes de acordo com norma existente e controlar estoque de produtos.

O texto e a lista resumem a descrição oficial da ocupação na CBO, e não uma medição do site.

Admissões e desligamentos de cabeleireiro

De setembro de 2025 a agosto de 2026, o Novo CAGED registrou 4.151 admissões com carteira assinada de cabeleireiro e 4.740 desligamentos com carteira assinada. A diferença entre as duas contagens (o saldo) é de −589.

Mercado em retração no período: para cada 100 desligamentos, houve 88 admissões. Toda admissão repôs um desligamento, e ainda ficaram 589 desligamentos sem reposição na janela.

Mês a mês

Admissões Desligamentos

0200400600set2025outnovdezjan2026fevmarabrmaijunjulago

Saldo de cada mês (admissões menos desligamentos): acima de zero, entrou mais gente do que saiu.

−200−1000+100+200set2025outnovdezjan2026fevmarabrmaijunjulago

Mês Admissões Desligamentos Saldo
setembro de 2025 387 382 +5
outubro de 2025 417 442 −25
novembro de 2025 360 315 +45
dezembro de 2025 237 376 −139
janeiro de 2026 294 424 −130
fevereiro de 2026 356 395 −39
março de 2026 393 481 −88
abril de 2026 366 402 −36
maio de 2026 356 366 −10
junho de 2026 342 394 −52
julho de 2026 304 395 −91
agosto de 2026 339 368 −29

Em quais setores

Setor do empregador (divisão da CNAE) Admissões Parcela Mediana · 41 a 44h
Outras atividades de serviços pessoais 3.340 80,5% R$ 1.726,81
Comércio varejista 421 10,1% R$ 1.804,00
Outros 32 setores 390 9,4% —

O setor é a atividade principal do estabelecimento que contratou, e não a função da pessoa. Só aparecem em separado os setores com pelo menos 100 admissões, até cinco; os demais estão somados em “Outros”. A mediana é a do salário de admissão na jornada de 41 a 44 horas semanais, a do topo da página, e só aparece no setor com pelo menos 100 admissões nessa jornada. A diferença entre setores é medida, não explicada.

Em quais estados

Estado Admissões Parcela
São Paulo 1.409 33,9%
Rio de Janeiro 498 12,0%
Minas Gerais 457 11,0%
Bahia 262 6,3%
Pernambuco 211 5,1%

O estado é o do estabelecimento que contratou. Só entram estados com pelo menos 100 admissões, até cinco. Ficam de fora os outros 22 estados, com 1.314 admissões.

Admissão e desligamento são movimentações, e não pessoas: a mesma pessoa pode ser admitida e desligada mais de uma vez na janela. A conta inclui só vínculos com carteira assinada, sem aprendiz e sem trabalho intermitente. Servidores estatutários, autônomos, informais e a administração pública ficam de fora. O saldo é a diferença entre as duas contagens, e não a variação do total de pessoas empregadas como cabeleireiro. A régua de “expansão” (pelo menos 105 admissões para cada 100 desligamentos na janela), “retração” (95 ou menos) e “estável” (entre as duas) é desta página: descreve a janela, não diz por quê nem prevê o ano seguinte. A taxa de rotatividade, no sentido usual, divide as movimentações pelo número de pessoas empregadas na ocupação, que o Novo CAGED não traz; por isso ela não é calculada aqui. Fonte: Microdados do Novo CAGED (MTE/PDET).

Quanto se paga em cada estado

Na jornada de 41 a 44 horas semanais, a mediana do salário de admissão de cabeleireiro vai de R$ 1.621,00 em Pernambuco a R$ 2.149,17 no Paraná. No Brasil, é R$ 1.743,16. 6 estados têm pelo menos 100 admissões nessa jornada. Em Pernambuco, a mediana é o próprio salário mínimo nacional (R$ 1.621,00).

No mapa, cada bolha é um estado: o tamanho é o número de admissões na jornada, e a cor diz quanto a mediana do estado fica acima ou abaixo da do Brasil. A diferença entre estados também reflete quem contrata em cada um (setor, tamanho da empresa), e não só o salário da função. O estado é o do estabelecimento que contratou.

Estado Mediana Admissões P10 P90
Bahia R$ 1.700,00 221 R$ 1.518,00 R$ 1.958,00
Minas Gerais R$ 1.739,93 371 R$ 1.518,00 R$ 2.100,00
Paraná R$ 2.149,17 125 R$ 1.559,20 R$ 2.447,96
Pernambuco R$ 1.621,00 184 R$ 1.518,00 R$ 1.697,94
Rio de Janeiro R$ 1.704,00 388 R$ 1.606,34 R$ 1.837,60
São Paulo R$ 1.884,00 1.246 R$ 1.621,00 R$ 2.324,30
Brasil R$ 1.743,16 3.472 R$ 1.563,05 R$ 2.200,00

Cada linha sai só das admissões de cabeleireiro naquele estado, na jornada de 41 a 44 horas semanais. A faixa do topo da página (P10 e P90) é a do Brasil inteiro, que está na linha destacada; a de cada estado é a da sua linha. P10: no máximo um em cada dez entrou ganhando menos; P90: no máximo um em cada dez entrou ganhando mais. Só entram estados com pelo menos 100 admissões nessa jornada. Fonte: Microdados do Novo CAGED (MTE/PDET).

Quem é contratado

Entre set/2025 e ago/2026, 84% das admissões de cabeleireiro na jornada de 41 a 44 horas semanais, a mais comum da ocupação, foram de mulheres; a mediana de admissão das mulheres foi R$ 1.739,21 e a dos homens, R$ 1.789,04, na mesma jornada. Cada linha traz quantas admissões foram daquele grupo e a mediana do salário de admissão dele.

Por sexo

Sexo Mediana · 41 a 44h Admissões Parcela
Mulheres R$ 1.739,21 2.924 84,2%
Homens R$ 1.789,04 548 15,8%

Por raça/cor

Raça/cor Mediana · 41 a 44h Admissões Parcela
Branca R$ 1.828,00 1.387 40,0%
Preta R$ 1.746,00 290 8,4%
Parda R$ 1.683,28 1.756 50,6%
Outros grupos (menos de 100 admissões cada) — 39 1,1%

Por idade

Idade na admissão Mediana · 41 a 44h Admissões Parcela
Até 24 anos R$ 1.700,00 1.319 38,0%
25 a 39 anos R$ 1.748,58 1.477 42,5%
40 a 54 anos R$ 1.791,16 572 16,5%
Outros grupos (menos de 100 admissões cada) — 104 3,0%

Por escolaridade

Escolaridade Mediana · 41 a 44h Admissões Parcela
Sem ensino médio completo R$ 1.739,21 333 9,6%
Ensino médio completo R$ 1.739,93 3.026 87,2%
Superior completo ou mais R$ 1.884,00 113 3,3%

Por sexo e raça/cor

Sexo e raça/cor Mediana · 41 a 44h Admissões Parcela
Mulheres brancas R$ 1.817,06 1.160 33,4%
Mulheres pretas R$ 1.746,00 253 7,3%
Mulheres pardas R$ 1.676,12 1.481 42,7%
Homens brancos R$ 1.884,00 227 6,5%
Homens pardos R$ 1.726,81 275 7,9%
Outros grupos (menos de 100 admissões cada) — 76 2,2%

Todas as linhas são de admissões na jornada de 41 a 44 horas semanais, a mesma do topo da página: a mediana de cada grupo é o salário de admissão de quem entrou naquele grupo, nessa jornada. A diferença entre grupos é medida, não explicada: o setor, o estado, o tamanho da empresa, a especialidade e a idade mudam de um grupo para outro, e esta conta não separa nada disso. Sexo, raça/cor, idade e escolaridade são os que o empregador informa ao governo na admissão; a raça/cor é autodeclarada pelo trabalhador ao empregador. “Sem ensino médio completo” inclui quem começou e não terminou o ensino médio; “Ensino médio completo” inclui quem começou e não terminou a faculdade. Só aparecem grupos com pelo menos 100 admissões. Fonte: Microdados do Novo CAGED (MTE/PDET).

Por tamanho do estabelecimento

Esta seção mostrava a mediana do salário de admissão por faixa de emprego do estabelecimento que contratou. Os números foram retirados em 13 de outubro de 2026. O Ministério do Trabalho e Emprego informou que identificou inconsistências no campo “Tamanho do estabelecimento em janeiro” dos microdados do Novo CAGED e recomendou não usar essa variável, “inclusive nos arquivos anteriormente baixados”, até a divulgação da correção (comunicado do ministério). A seção volta quando os valores corrigidos forem publicados. As outras seções desta página não usam esse campo.

Remuneração em dezembro de 2025 de quem estava empregado

Esta seção mostra a remuneração de dezembro de 2025 dos vínculos de cabeleireiro (CLT por prazo indeterminado, ativos em 31 de dezembro), como os empregadores a declararam à RAIS. Não é o salário de admissão da seção acima, que mede quanto o mercado pagou para contratar, e não mostra o que a profissão ganha hoje.

Jornada Mediana Vínculos P10 P90
até 20 horas semanais R$ 1.589,62 77 R$ 826,71 R$ 3.193,62
21 a 30 horas semanais R$ 1.423,49 220 R$ 759,00 R$ 2.401,03
31 a 39 horas semanais R$ 1.727,13 216 R$ 1.147,89 R$ 2.677,55
40 horas semanais R$ 1.783,00 526 R$ 1.518,00 R$ 3.599,08
41 a 44 horas semanais R$ 1.831,93 6.701 R$ 1.518,00 R$ 3.076,90
mais de 44 horas semanais R$ 1.675,72 370 R$ 1.518,00 R$ 2.730,78

Na jornada de 21 a 30 horas semanais, 8,6% dos vínculos recebiam em dezembro de 2025 menos que o salário mínimo proporcional à jornada declarada. Não investigamos a causa.

Na jornada de 31 a 39 horas semanais, 10,2% dos vínculos recebiam em dezembro de 2025 menos que o salário mínimo proporcional à jornada declarada. Não investigamos a causa.

Na jornada de 41 a 44 horas semanais, 5,7% dos vínculos recebiam em dezembro de 2025 menos que o salário mínimo proporcional à jornada declarada. Não investigamos a causa.

Na jornada de mais de 44 horas semanais, 8,1% dos vínculos recebiam em dezembro de 2025 menos que o salário mínimo proporcional à jornada declarada. Não investigamos a causa.

Na jornada de 41 a 44 horas semanais, a mais numerosa, os grupos de empregadores com pelo menos 10% dos vínculos são: 96,1% em empresas.

Dado anual da RAIS, ano-base 2025, divulgado pelo Ministério do Trabalho e Emprego em 2026. A remuneração é a efetivamente recebida no mês que incide no cálculo do FGTS, sem o 13º. A tabela inclui empresas, entidades sem fins lucrativos e estatais, e não inclui a administração pública. Não acompanha reajustes posteriores a dezembro de 2025 nem o salário mínimo de 2026. A mediana de cada linha sai só dos vínculos daquela jornada, com remuneração de dezembro de 2025 maior que zero, e P10 e P90 dizem que no máximo um em cada dez vínculos fica abaixo ou acima. Ver Metodologia.

Quanto ganha um cabeleireiro na admissão (CLT): R$ 1.743,16, set/2025 a ago/2026. Cartão do Ganha Quanto
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Perguntas frequentes

Quanto ganha um cabeleireiro ao ser contratado com carteira assinada?

Entre set/2025 e ago/2026, a mediana do salário de admissão de cabeleireiro foi de R$ 1.743,16 na jornada de 41 a 44 horas semanais, a mais comum da ocupação, entre 3.472 admissões registradas no Novo CAGED. No máximo um em cada dez entrou ganhando menos de R$ 1.563,05, e no máximo um em cada dez, mais de R$ 2.200,00.

Quanto muda o salário de admissão de cabeleireiro conforme a jornada?

A mediana vai de R$ 1.112,14 (jornada de 21 a 30 horas semanais) a R$ 1.743,16 (jornada de 41 a 44 horas semanais), entre as jornadas com pelo menos 100 admissões. Cada jornada é calculada só com as admissões daquela jornada, e as medianas não se misturam.

Qual parcela das admissões de cabeleireiro é pelo salário mínimo?

Na jornada de 41 a 44 horas semanais, 23,4% das admissões de cabeleireiro (814 de 3.472) foram registradas com salário igual ao salário mínimo nacional do mês da contratação (R$ 1.518,00 até dez/2025 e R$ 1.621,00 a partir de jan/2026). A conta compara o salário de cada contrato com o mínimo nacional vigente no mês da admissão; piso estadual e piso de categoria não entram.

Homens e mulheres entram ganhando o mesmo como cabeleireiro?

Entre set/2025 e ago/2026, 84% das admissões de cabeleireiro na jornada de 41 a 44 horas semanais, a mais comum da ocupação, foram de mulheres; a mediana de admissão das mulheres foi R$ 1.739,21 e a dos homens, R$ 1.789,04, na mesma jornada. A diferença é medida, não explicada: setor, estado, tamanho da empresa e especialidade mudam de um grupo para o outro, e a conta não separa nada disso.

Por que o número daqui é diferente do que aparece em outros sites de salário?

Três diferenças costumam explicar. Aqui o número é a mediana (o valor do meio: pelo menos metade das admissões nele ou abaixo, e pelo menos metade nele ou acima), e não a média, que sobe com poucos salários altos. É o salário de admissão, de quem foi contratado entre set/2025 e ago/2026, e não o de quem já está empregado. E é de uma jornada só, a de 41 a 44 horas semanais: quem mistura jornadas chega a outro valor. A fonte é o Novo CAGED, e os contratos da administração pública ficam de fora. O passo a passo está na metodologia.

O salário de admissão é o que um cabeleireiro ganha hoje?

Não. É o salário do contrato de quem foi contratado na ocupação entre set/2025 e ago/2026. Quem já estava empregado e teve aumento não entra na conta, e comissão, hora extra e benefícios também ficam de fora. Por isso o número diz quanto o mercado pagou para contratar, e não o que quem está na função recebe.

De onde vêm os números de salário de cabeleireiro?

Dos microdados do Novo CAGED, do Ministério do Trabalho e Emprego, numa janela de 12 competências, de set/2025 a ago/2026. Entram só as admissões com salário mensal declarado; ficam de fora aprendizes, trabalho intermitente e contratos de órgãos da administração pública. O passo a passo está na metodologia.

De onde vêm estes números

Microdados do Novo CAGED, do Ministério do Trabalho e Emprego. A janela são as 12 competências de set/2025 a ago/2026, reconstruída inteira a cada apuração porque o MTE revisa meses já publicados. Entram só as admissões — quem está entrando na ocupação —, com salário mensal declarado; ficam de fora contratos de aprendiz, trabalho intermitente e os de órgãos da administração pública. O corte é feito pela atividade econômica que o empregador declara: sai quem declara administração pública. Empresa estatal continua na base, porque declara a atividade do seu setor — banco, correio, hospital. A ocupação reúne 1 código da CBO 2002, e a ocupação é a declarada pelo empregador ao Ministério do Trabalho. O passo a passo está na metodologia.

Classificação Brasileira de Ocupações: CBO 2002, família 5161.

Outras profissões