Pro

Quanto ganha um técnico eletrônico na admissão (CLT)

Período set/2025 a ago/2026Jornada 41 a 44 hAdmissões 13.891atualizado Pro Abrir por estado e mês

Mediana · 41 a 44h
R$ 2.250,00
10% entram abaixo de
R$ 1.631,00
10% entram acima de
R$ 4.089,52
Admissões · 41 a 44h
13.891

Salários no setor privado / Técnico eletrônico

Entre set/2025 e ago/2026, a mediana do salário de admissão de técnico eletrônico com carteira assinada (CLT) foi de R$ 2.250,00 na jornada de 41 a 44 horas semanais, a mais comum da ocupação, entre 13.891 admissões registradas no Novo CAGED.

É o salário de quem foi contratado nesse período, e não de quem já está empregado na ocupação. É o valor fixo do contrato: não inclui comissão, hora extra nem benefício. O número é a mediana: metade das admissões ficou abaixo dele e metade acima, o que o diferencia de uma média, puxada por poucos salários altos (o que é mediana).

Nomes que a CBO 2002 registra para a mesma ocupação: auxiliar de eletrônica, auxiliar técnico eletrônico.

Quanto sobra depois do INSS e do Imposto de Renda? Faça a conta no salário líquido CLT.

Na prática, a partir da mediana de R$ 2.250,00:

Por hora (44 h por semana)R$ 10,23
Por ano, com 13º e terço de fériasR$ 30.000
Líquido estimado por mêsR$ 2.072
Custo estimado para a empresa, por mêsR$ 3.650
Como foi calculado

São contas sobre a mediana de admissão da jornada mais comum, não dados do Novo CAGED. O ano soma 12 salários, o 13º e o terço de férias. O líquido desconta o INSS por faixa e o Imposto de Renda de 2026, sem dependentes nem outros descontos; para o seu caso, use a calculadora de salário líquido CLT. O custo para a empresa soma FGTS (8%), INSS patronal (20%), RAT (2%) e terceiros (5,8%), com 13º e férias provisionados; empresa do Simples Nacional, em geral, não paga INSS patronal nem terceiros à parte. A hora divide a mediana por 220 horas por mês, o divisor usual da jornada de 44 horas semanais.

Faixa do salário de admissão

A faixa vai do P10 (R$ 1.631,00) ao P90 (R$ 4.089,52): entre as 13.891 admissões de técnico eletrônico nesta jornada, no máximo um em cada dez entrou ganhando menos que o primeiro valor, e no máximo um em cada dez entrou ganhando mais que o segundo. O traço é a mediana. Tudo em salário de admissão, antes dos descontos, na jornada de 41 a 44 horas semanais.

Na jornada de 41 a 44 horas semanais, 6,9% das admissões de técnico eletrônico (954 de 13.891) foram registradas com salário igual ao salário mínimo nacional do mês da contratação (R$ 1.518,00 até dez/2025 e R$ 1.621,00 a partir de jan/2026).

Quanto muda conforme a jornada

Jornada Mediana Admissões P10 P90
até 20 horas semanaisaté 20h R$ 1.000,00 105 R$ 737,00 R$ 2.304,49
21 a 30 horas semanais21 a 30h R$ 1.392,50 112 R$ 902,25 R$ 2.242,30
31 a 39 horas semanais31 a 39h R$ 2.500,00 353 R$ 1.678,95 R$ 4.526,05
40 horas semanais40h R$ 3.000,00 1.127 R$ 1.800,00 R$ 6.000,00
41 a 44 horas semanais41 a 44h R$ 2.250,00 13.891 R$ 1.631,00 R$ 4.089,52

A linha destacada é a jornada mais comum da ocupação, e é dela que sai o número do topo desta página. Cada linha sai das admissões daquela jornada, e não de um número geral repartido depois. Só entram jornadas com pelo menos 100 admissões; as 5 linhas acima cobrem 98% das admissões de técnico eletrônico com jornada declarada.

Compare o seu salário

Salário de admissão mês a mês

Mediana do salário de admissão de técnico eletrônico em cada mês, na jornada de 41 a 44 horas semanais, a mesma do topo da página. Foi de R$ 2.140,60 em setembro de 2025 a R$ 2.302,75 em agosto de 2026; a menor foi em setembro de 2025 e a maior em junho de 2026.

Mediana de admissão Salário mínimo nacional

R$ 1.500R$ 1.750R$ 2.000R$ 2.250R$ 2.500set2025outnovdezjan2026fevmarabrmaijunjulago

Mês Mediana de admissão Admissões
setembro de 2025 R$ 2.140,60 1.205
outubro de 2025 R$ 2.200,00 1.205
novembro de 2025 R$ 2.217,60 1.003
dezembro de 2025 R$ 2.250,40 748
janeiro de 2026 R$ 2.201,12 1.220
fevereiro de 2026 R$ 2.200,00 1.165
março de 2026 R$ 2.200,00 1.347
abril de 2026 R$ 2.234,77 1.223
maio de 2026 R$ 2.363,00 1.170
junho de 2026 R$ 2.373,68 1.178
julho de 2026 R$ 2.349,86 1.238
agosto de 2026 R$ 2.302,75 1.189

É o valor fixo do contrato de quem foi contratado em cada mês, e não a evolução do salário de quem já estava na ocupação. A mediana de um mês para o outro também muda com quem contratou (setor, região, tamanho da empresa), e não só com reajuste. O eixo do gráfico não começa no zero, para a variação aparecer. A linha tracejada é o salário mínimo nacional de cada mês: quando ele sobe, em janeiro, sobe junto o salário de quem é contratado perto do piso. Só entram meses com pelo menos 30 admissões. Fonte: Microdados do Novo CAGED (MTE/PDET).

Comparado aos 12 meses anteriores

Entre set/2025 e ago/2026, as admissões de técnico eletrônico com carteira assinada foram 9,3% menores que as de set/2024 a ago/2025, e a mediana do salário de admissão, na jornada de 41 a 44 horas semanais, passou de R$ 2.090,56 para R$ 2.250,00 (+7,6%).

set/2024 a ago/2025 set/2025 a ago/2026 Variação
Admissões 17.596 15.961 −9,3%
Desligamentos 16.777 16.285 −2,9%
Saldo +819 −324 −1.143
Mediana de admissão (41 a 44 horas semanais) R$ 2.090,56 R$ 2.250,00 +7,6%

As duas colunas usam as mesmas regras: a mesma ocupação, os mesmos setores e, na mediana, a mesma jornada do topo da página. A variação é nominal, sem descontar a inflação; o salário mínimo nacional foi de R$ 1.412,00 a partir de set/2024 e R$ 1.518,00 a partir de jan/2025 no primeiro período e de R$ 1.518,00 a partir de set/2025 e R$ 1.621,00 a partir de jan/2026 no segundo. A mediana de admissão também muda com quem contratou (setor, região, tamanho da empresa), e não só com reajuste. Fonte: Microdados do Novo CAGED (MTE/PDET).

O que faz um técnico eletrônico

O técnico eletrônico conserta aparelhos eletrônicos: interpreta esquemas elétricos, encontra o defeito e a causa, troca componentes, calibra e testa com instrumentos de precisão. Instala equipamentos, faz a manutenção corretiva no local e a preventiva conforme o plano e monta e testa circuitos e dispositivos de automação para a produção. Também treina operadores, participa de reuniões técnicas e preenche laudos, relatórios e registros de peças.

Segundo a Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), do Ministério do Trabalho e Emprego, o trabalho do técnico eletrônico se divide em 8 grandes áreas. Em cada uma, exemplos de atividades que a CBO lista:

  • Consertar aparelhos eletrônicos: identificar defeitos em equipamentos eletrônicos, interpretar esquemas elétricos e identificar as causas dos defeitos.
  • Instalar equipamentos e ou aparelhos eletrônicos: inspecionar equipamento e ou aparelho visualmente, calibrar os equipamentos e ou aparelhos eletrônicos e simular testes em condições diversas.
  • Desenvolver dispositivos de circuitos eletrônicos: identificar a alteração ou mudança do dispositivo, especificar componentes eletrônicos e calcular custos de dispositivos eletrônicos.
  • Fazer manutenção corretiva dos equipamentos: deslocar-se para manutenção in loco, levantar dados sobre o problema com o usuário e identificar os defeitos e ou problemas dos equipamentos.
  • Fazer manutenções preventiva e preditiva dos equipamentos: identificar necessidade de realizar manutenção, cumprir plano de manutenções preventiva e preditiva e trocar peças conforme vida útil preestabelecida.
  • Sugerir mudanças de processo de produção: balancear processo produtivo, criar dispositivos de automação e implementar dispositivos de automação.
  • Treinar pessoas: passar conhecimentos técnicos para operadores, orientar operadores sobre condições de risco de acidentes e avaliar o desempenho operacional dos operadores.
  • Estabelecer comunicação oral e escrita: estabelecer relações funcionais internas e externas, redigir procedimentos de trabalho e elaborar gráficos de resultados.

O texto e a lista resumem a descrição oficial da ocupação na CBO, e não uma medição do site.

Admissões e desligamentos de técnico eletrônico

De setembro de 2025 a agosto de 2026, o Novo CAGED registrou 15.961 admissões com carteira assinada de técnico eletrônico e 16.285 desligamentos com carteira assinada. A diferença entre as duas contagens (o saldo) é de −324.

Mercado estável no período: para cada 100 desligamentos, houve 98 admissões. Toda admissão repôs um desligamento, e ainda ficaram 324 desligamentos sem reposição na janela.

Mês a mês

Admissões Desligamentos

05001 mil1,5 mil2 milset2025outnovdezjan2026fevmarabrmaijunjulago

Saldo de cada mês (admissões menos desligamentos): acima de zero, entrou mais gente do que saiu.

−400−2000+200+400set2025outnovdezjan2026fevmarabrmaijunjulago

Mês Admissões Desligamentos Saldo
setembro de 2025 1.374 1.411 −37
outubro de 2025 1.416 1.423 −7
novembro de 2025 1.183 1.234 −51
dezembro de 2025 860 1.178 −318
janeiro de 2026 1.401 1.253 +148
fevereiro de 2026 1.313 1.313 0
março de 2026 1.525 1.530 −5
abril de 2026 1.397 1.414 −17
maio de 2026 1.332 1.454 −122
junho de 2026 1.370 1.327 +43
julho de 2026 1.432 1.373 +59
agosto de 2026 1.358 1.375 −17

Em quais setores

Setor do empregador (divisão da CNAE) Admissões Parcela Mediana · 41 a 44h
Comércio varejista 2.847 17,8% R$ 2.100,00
Manutenção, reparação e instalação de máquinas e equipamentos 1.385 8,7% R$ 2.374,00
Serviços especializados para construção 1.373 8,6% R$ 2.189,97
Comércio por atacado, exceto veículos automotores e motocicletas 1.300 8,1% R$ 2.600,00
Reparação e manutenção de equipamentos de informática e comunicação e de objetos pessoais e domésticos 1.030 6,5% R$ 2.000,00
Outros 72 setores 8.026 50,3% —

O setor é a atividade principal do estabelecimento que contratou, e não a função da pessoa. Só aparecem em separado os setores com pelo menos 100 admissões, até cinco; os demais estão somados em “Outros”. A mediana é a do salário de admissão na jornada de 41 a 44 horas semanais, a do topo da página, e só aparece no setor com pelo menos 100 admissões nessa jornada. A diferença entre setores é medida, não explicada.

Em quais estados

Estado Admissões Parcela
São Paulo 6.484 40,6%
Minas Gerais 1.620 10,2%
Rio de Janeiro 1.308 8,2%
Paraná 906 5,7%
Santa Catarina 905 5,7%

O estado é o do estabelecimento que contratou. Só entram estados com pelo menos 100 admissões, até cinco. Ficam de fora os outros 22 estados, com 4.738 admissões.

Admissão e desligamento são movimentações, e não pessoas: a mesma pessoa pode ser admitida e desligada mais de uma vez na janela. A conta inclui só vínculos com carteira assinada, sem aprendiz e sem trabalho intermitente. Servidores estatutários, autônomos, informais e a administração pública ficam de fora. O saldo é a diferença entre as duas contagens, e não a variação do total de pessoas empregadas como técnico eletrônico. A régua de “expansão” (pelo menos 105 admissões para cada 100 desligamentos na janela), “retração” (95 ou menos) e “estável” (entre as duas) é desta página: descreve a janela, não diz por quê nem prevê o ano seguinte. A taxa de rotatividade, no sentido usual, divide as movimentações pelo número de pessoas empregadas na ocupação, que o Novo CAGED não traz; por isso ela não é calculada aqui. Fonte: Microdados do Novo CAGED (MTE/PDET).

Quanto se paga em cada estado

Na jornada de 41 a 44 horas semanais, a mediana do salário de admissão de técnico eletrônico vai de R$ 1.622,73 em Alagoas a R$ 2.500,00 em São Paulo. No Brasil, é R$ 2.250,00. 16 estados têm pelo menos 100 admissões nessa jornada.

No mapa, cada bolha é um estado: o tamanho é o número de admissões na jornada, e a cor diz quanto a mediana do estado fica acima ou abaixo da do Brasil. A diferença entre estados também reflete quem contrata em cada um (setor, tamanho da empresa), e não só o salário da função. O estado é o do estabelecimento que contratou.

Estado Mediana Admissões P10 P90
Alagoas R$ 1.622,73 103 R$ 1.595,50 R$ 2.186,10
Amazonas R$ 2.264,64 313 R$ 1.621,00 R$ 5.775,74
Bahia R$ 2.000,00 475 R$ 1.621,00 R$ 3.634,52
Ceará R$ 1.788,77 281 R$ 1.594,06 R$ 2.829,80
Distrito Federal R$ 1.700,00 272 R$ 1.598,76 R$ 3.222,32
Espírito Santo R$ 1.865,40 175 R$ 1.650,00 R$ 3.400,00
Goiás R$ 1.800,00 317 R$ 1.612,82 R$ 3.000,00
Mato Grosso R$ 2.102,50 298 R$ 1.621,00 R$ 3.980,00
Minas Gerais R$ 2.075,87 1.366 R$ 1.621,00 R$ 4.000,00
Pará R$ 1.780,00 265 R$ 1.621,00 R$ 3.374,80
Paraná R$ 2.400,00 849 R$ 1.922,46 R$ 4.250,00
Pernambuco R$ 1.740,00 380 R$ 1.600,00 R$ 3.434,39
Rio de Janeiro R$ 2.055,00 975 R$ 1.683,08 R$ 3.582,40
Rio Grande do Sul R$ 2.480,00 731 R$ 1.777,75 R$ 4.052,20
Santa Catarina R$ 2.310,00 817 R$ 1.962,20 R$ 3.800,00
São Paulo R$ 2.500,00 5.649 R$ 1.828,50 R$ 4.526,65
Brasil R$ 2.250,00 13.891 R$ 1.631,00 R$ 4.089,52

Cada linha sai só das admissões de técnico eletrônico naquele estado, na jornada de 41 a 44 horas semanais. A faixa do topo da página (P10 e P90) é a do Brasil inteiro, que está na linha destacada; a de cada estado é a da sua linha. P10: no máximo um em cada dez entrou ganhando menos; P90: no máximo um em cada dez entrou ganhando mais. Só entram estados com pelo menos 100 admissões nessa jornada. Fonte: Microdados do Novo CAGED (MTE/PDET).

Quem é contratado

Entre set/2025 e ago/2026, 93% das admissões de técnico eletrônico na jornada de 41 a 44 horas semanais, a mais comum da ocupação, foram de homens; a mediana de admissão das mulheres foi R$ 2.250,00 e a dos homens, R$ 2.250,39, na mesma jornada. Cada linha traz quantas admissões foram daquele grupo e a mediana do salário de admissão dele.

Por sexo

Sexo Mediana · 41 a 44h Admissões Parcela
Mulheres R$ 2.250,00 982 7,1%
Homens R$ 2.250,39 12.909 92,9%

Por raça/cor

Raça/cor Mediana · 41 a 44h Admissões Parcela
Branca R$ 2.388,10 6.176 44,5%
Preta R$ 2.250,00 1.269 9,1%
Parda R$ 2.132,67 6.335 45,6%
Outros grupos (menos de 100 admissões cada) — 111 0,8%

Por idade

Idade na admissão Mediana · 41 a 44h Admissões Parcela
Até 24 anos R$ 2.026,10 5.100 36,7%
25 a 39 anos R$ 2.400,00 5.968 43,0%
40 a 54 anos R$ 2.953,00 2.435 17,5%
55 anos ou mais R$ 3.000,00 373 2,7%
Outros grupos (menos de 100 admissões cada) — 15 0,1%

Por escolaridade

Escolaridade Mediana · 41 a 44h Admissões Parcela
Sem ensino médio completo R$ 2.000,00 721 5,2%
Ensino médio completo R$ 2.200,00 11.737 84,5%
Superior completo ou mais R$ 3.137,20 1.433 10,3%

Por sexo e raça/cor

Sexo e raça/cor Mediana · 41 a 44h Admissões Parcela
Mulheres brancas R$ 2.336,74 412 3,0%
Mulheres pardas R$ 2.189,97 488 3,5%
Homens brancos R$ 2.393,59 5.764 41,5%
Homens pretos R$ 2.259,02 1.199 8,6%
Homens pardos R$ 2.126,00 5.847 42,1%
Outros grupos (menos de 100 admissões cada) — 181 1,3%

Todas as linhas são de admissões na jornada de 41 a 44 horas semanais, a mesma do topo da página: a mediana de cada grupo é o salário de admissão de quem entrou naquele grupo, nessa jornada. A diferença entre grupos é medida, não explicada: o setor, o estado, o tamanho da empresa, a especialidade e a idade mudam de um grupo para outro, e esta conta não separa nada disso. Sexo, raça/cor, idade e escolaridade são os que o empregador informa ao governo na admissão; a raça/cor é autodeclarada pelo trabalhador ao empregador. “Sem ensino médio completo” inclui quem começou e não terminou o ensino médio; “Ensino médio completo” inclui quem começou e não terminou a faculdade. Só aparecem grupos com pelo menos 100 admissões. Fonte: Microdados do Novo CAGED (MTE/PDET).

Por tamanho do estabelecimento

Esta seção mostrava a mediana do salário de admissão por faixa de emprego do estabelecimento que contratou. Os números foram retirados em 13 de outubro de 2026. O Ministério do Trabalho e Emprego informou que identificou inconsistências no campo “Tamanho do estabelecimento em janeiro” dos microdados do Novo CAGED e recomendou não usar essa variável, “inclusive nos arquivos anteriormente baixados”, até a divulgação da correção (comunicado do ministério). A seção volta quando os valores corrigidos forem publicados. As outras seções desta página não usam esse campo.

Remuneração em dezembro de 2025 de quem estava empregado

Esta seção mostra a remuneração de dezembro de 2025 dos vínculos de técnico eletrônico (CLT por prazo indeterminado, ativos em 31 de dezembro), como os empregadores a declararam à RAIS. Não é o salário de admissão da seção acima, que mede quanto o mercado pagou para contratar, e não mostra o que a profissão ganha hoje.

Jornada Mediana Vínculos P10 P90
até 20 horas semanais R$ 1.774,27 160 R$ 843,00 R$ 4.064,21
21 a 30 horas semanais R$ 2.168,16 267 R$ 1.044,28 R$ 6.709,04
31 a 39 horas semanais R$ 6.548,88 2.009 R$ 2.574,19 R$ 16.264,10
40 horas semanais R$ 5.259,66 5.330 R$ 2.252,42 R$ 15.520,21
41 a 44 horas semanais R$ 3.405,53 34.010 R$ 1.817,03 R$ 8.308,55
mais de 44 horas semanais R$ 3.024,51 1.287 R$ 1.650,00 R$ 9.629,74

Na jornada de 41 a 44 horas semanais, a mais numerosa, os grupos de empregadores com pelo menos 10% dos vínculos são: 97,9% em empresas.

Dado anual da RAIS, ano-base 2025, divulgado pelo Ministério do Trabalho e Emprego em 2026. A remuneração é a efetivamente recebida no mês que incide no cálculo do FGTS, sem o 13º. A tabela inclui empresas, entidades sem fins lucrativos e estatais, e não inclui a administração pública. Não acompanha reajustes posteriores a dezembro de 2025 nem o salário mínimo de 2026. A mediana de cada linha sai só dos vínculos daquela jornada, com remuneração de dezembro de 2025 maior que zero, e P10 e P90 dizem que no máximo um em cada dez vínculos fica abaixo ou acima. Ver Metodologia.

Quanto ganha um técnico eletrônico na admissão (CLT): R$ 2.250,00, set/2025 a ago/2026. Cartão do Ganha Quanto
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Perguntas frequentes

Quanto ganha um técnico eletrônico ao ser contratado com carteira assinada?

Entre set/2025 e ago/2026, a mediana do salário de admissão de técnico eletrônico foi de R$ 2.250,00 na jornada de 41 a 44 horas semanais, a mais comum da ocupação, entre 13.891 admissões registradas no Novo CAGED. No máximo um em cada dez entrou ganhando menos de R$ 1.631,00, e no máximo um em cada dez, mais de R$ 4.089,52.

Quanto muda o salário de admissão de técnico eletrônico conforme a jornada?

A mediana vai de R$ 1.000,00 (jornada de até 20 horas semanais) a R$ 3.000,00 (jornada de 40 horas semanais), entre as jornadas com pelo menos 100 admissões. Cada jornada é calculada só com as admissões daquela jornada, e as medianas não se misturam.

Qual parcela das admissões de técnico eletrônico é pelo salário mínimo?

Na jornada de 41 a 44 horas semanais, 6,9% das admissões de técnico eletrônico (954 de 13.891) foram registradas com salário igual ao salário mínimo nacional do mês da contratação (R$ 1.518,00 até dez/2025 e R$ 1.621,00 a partir de jan/2026). A conta compara o salário de cada contrato com o mínimo nacional vigente no mês da admissão; piso estadual e piso de categoria não entram.

Homens e mulheres entram ganhando o mesmo como técnico eletrônico?

Entre set/2025 e ago/2026, 93% das admissões de técnico eletrônico na jornada de 41 a 44 horas semanais, a mais comum da ocupação, foram de homens; a mediana de admissão das mulheres foi R$ 2.250,00 e a dos homens, R$ 2.250,39, na mesma jornada. A diferença é medida, não explicada: setor, estado, tamanho da empresa e especialidade mudam de um grupo para o outro, e a conta não separa nada disso.

Por que o número daqui é diferente do que aparece em outros sites de salário?

Três diferenças costumam explicar. Aqui o número é a mediana (o valor do meio: pelo menos metade das admissões nele ou abaixo, e pelo menos metade nele ou acima), e não a média, que sobe com poucos salários altos. É o salário de admissão, de quem foi contratado entre set/2025 e ago/2026, e não o de quem já está empregado. E é de uma jornada só, a de 41 a 44 horas semanais: quem mistura jornadas chega a outro valor. A fonte é o Novo CAGED, e os contratos da administração pública ficam de fora. O passo a passo está na metodologia.

O salário de admissão é o que um técnico eletrônico ganha hoje?

Não. É o salário do contrato de quem foi contratado na ocupação entre set/2025 e ago/2026. Quem já estava empregado e teve aumento não entra na conta, e comissão, hora extra e benefícios também ficam de fora. Por isso o número diz quanto o mercado pagou para contratar, e não o que quem está na função recebe.

De onde vêm os números de salário de técnico eletrônico?

Dos microdados do Novo CAGED, do Ministério do Trabalho e Emprego, numa janela de 12 competências, de set/2025 a ago/2026. Entram só as admissões com salário mensal declarado; ficam de fora aprendizes, trabalho intermitente e contratos de órgãos da administração pública. O passo a passo está na metodologia.

De onde vêm estes números

Microdados do Novo CAGED, do Ministério do Trabalho e Emprego. A janela são as 12 competências de set/2025 a ago/2026, reconstruída inteira a cada apuração porque o MTE revisa meses já publicados. Entram só as admissões — quem está entrando na ocupação —, com salário mensal declarado; ficam de fora contratos de aprendiz, trabalho intermitente e os de órgãos da administração pública. O corte é feito pela atividade econômica que o empregador declara: sai quem declara administração pública. Empresa estatal continua na base, porque declara a atividade do seu setor — banco, correio, hospital. A ocupação reúne 1 código da CBO 2002, e a ocupação é a declarada pelo empregador ao Ministério do Trabalho. O passo a passo está na metodologia.

Classificação Brasileira de Ocupações: CBO 2002, família 3132.

Ocupações parecidas

Outras ocupações da área Indústria e manutenção, com a mediana do salário de admissão de cada uma entre set/2025 e ago/2026. Cada linha usa a jornada em que a ocupação mais contrata, por isso a jornada pode mudar de uma linha para outra.

R$ 1.790,00R$ 4.860,00

Técnico eletrônicoas 6 da tabelaoutras da área (62 no total)

Ocupação Jornada Mediana Admissões
Serralheiro 41 a 44 horas semanais R$ 2.280,00 33.881
Moldador de plástico por injeção 41 a 44 horas semanais R$ 2.273,41 21.118
Operador de máquinas fixas 41 a 44 horas semanais R$ 2.257,67 68.075
Estofador de móveis 41 a 44 horas semanais R$ 2.252,47 6.271
Apontador de produção 41 a 44 horas semanais R$ 2.230,01 34.848
Inspetor de qualidade 41 a 44 horas semanais R$ 2.229,97 61.010

Só ocupações do setor privado (CLT), todas medidas do mesmo jeito. É o salário de quem foi contratado no período, e não o de quem já está na função.