Pro

Quanto ganha um técnico de planejamento de produção na admissão (CLT)

Período set/2025 a ago/2026Jornada 41 a 44 hAdmissões 15.586atualizado Pro Abrir por estado e mês

Mediana · 41 a 44h
R$ 3.300,00
10% entram abaixo de
R$ 2.025,00
10% entram acima de
R$ 6.700,00
Admissões · 41 a 44h
15.586

Salários no setor privado / Técnico de planejamento de produção

Entre set/2025 e ago/2026, a mediana do salário de admissão de técnico de planejamento de produção com carteira assinada (CLT) foi de R$ 3.300,00 na jornada de 41 a 44 horas semanais, a mais comum da ocupação, entre 15.586 admissões registradas no Novo CAGED.

É o salário de quem foi contratado nesse período, e não de quem já está empregado na ocupação. É o valor fixo do contrato: não inclui comissão, hora extra nem benefício. O número é a mediana: metade das admissões ficou abaixo dele e metade acima, o que o diferencia de uma média, puxada por poucos salários altos (o que é mediana).

Parte relevante dessas admissões é feita por agências de mão de obra temporária. Nesses casos, o empregador registrado no CAGED é a agência, e não a empresa onde a pessoa trabalha, e o salário é o do contrato com a agência.

Nomes que a CBO 2002 registra para a mesma ocupação: calculista de produção, técnico de produção.

Quanto sobra depois do INSS e do Imposto de Renda? Faça a conta no salário líquido CLT.

Na prática, a partir da mediana de R$ 3.300,00:

Por hora (44 h por semana)R$ 15,00
Por ano, com 13º e terço de fériasR$ 44.000
Líquido estimado por mêsR$ 3.015
Custo estimado para a empresa, por mêsR$ 5.353
Como foi calculado

São contas sobre a mediana de admissão da jornada mais comum, não dados do Novo CAGED. O ano soma 12 salários, o 13º e o terço de férias. O líquido desconta o INSS por faixa e o Imposto de Renda de 2026, sem dependentes nem outros descontos; para o seu caso, use a calculadora de salário líquido CLT. O custo para a empresa soma FGTS (8%), INSS patronal (20%), RAT (2%) e terceiros (5,8%), com 13º e férias provisionados; empresa do Simples Nacional, em geral, não paga INSS patronal nem terceiros à parte. A hora divide a mediana por 220 horas por mês, o divisor usual da jornada de 44 horas semanais.

Faixa do salário de admissão

A faixa vai do P10 (R$ 2.025,00) ao P90 (R$ 6.700,00): entre as 15.586 admissões de técnico de planejamento de produção nesta jornada, no máximo um em cada dez entrou ganhando menos que o primeiro valor, e no máximo um em cada dez entrou ganhando mais que o segundo. O traço é a mediana. Tudo em salário de admissão, antes dos descontos, na jornada de 41 a 44 horas semanais.

Quanto muda conforme a jornada

Jornada Mediana Admissões P10 P90
21 a 30 horas semanais21 a 30h R$ 1.812,88 117 R$ 1.350,00 R$ 5.115,64
31 a 39 horas semanais31 a 39h R$ 1.977,69 664 R$ 1.746,75 R$ 3.774,25
77,3% dessas admissões são de Locação de Mão-De-Obra Temporária.
40 horas semanais40h R$ 4.621,00 1.359 R$ 2.500,00 R$ 9.500,00
41 a 44 horas semanais41 a 44h R$ 3.300,00 15.586 R$ 2.025,00 R$ 6.700,00

A linha destacada é a jornada mais comum da ocupação, e é dela que sai o número do topo desta página. Cada linha sai das admissões daquela jornada, e não de um número geral repartido depois. Só entram jornadas com pelo menos 100 admissões; as 4 linhas acima cobrem 93% das admissões de técnico de planejamento de produção com jornada declarada.

Compare o seu salário

Salário de admissão mês a mês

Mediana do salário de admissão de técnico de planejamento de produção em cada mês, na jornada de 41 a 44 horas semanais, a mesma do topo da página. Foi de R$ 3.338,00 em setembro de 2025 a R$ 3.300,00 em agosto de 2026; a menor foi em fevereiro de 2026 e a maior em novembro de 2025.

Mediana de admissão

R$ 3.100R$ 3.200R$ 3.300R$ 3.400R$ 3.500set2025outnovdezjan2026fevmarabrmaijunjulago

Mês Mediana de admissão Admissões
setembro de 2025 R$ 3.338,00 1.353
outubro de 2025 R$ 3.300,00 1.287
novembro de 2025 R$ 3.409,93 1.113
dezembro de 2025 R$ 3.394,61 728
janeiro de 2026 R$ 3.196,65 1.317
fevereiro de 2026 R$ 3.145,30 1.428
março de 2026 R$ 3.212,07 1.422
abril de 2026 R$ 3.390,70 1.360
maio de 2026 R$ 3.333,75 1.305
junho de 2026 R$ 3.250,00 1.423
julho de 2026 R$ 3.338,90 1.428
agosto de 2026 R$ 3.300,00 1.422

É o valor fixo do contrato de quem foi contratado em cada mês, e não a evolução do salário de quem já estava na ocupação. A mediana de um mês para o outro também muda com quem contratou (setor, região, tamanho da empresa), e não só com reajuste. O eixo do gráfico não começa no zero, para a variação aparecer. Só entram meses com pelo menos 30 admissões. Fonte: Microdados do Novo CAGED (MTE/PDET).

Comparado aos 12 meses anteriores

Entre set/2025 e ago/2026, as admissões de técnico de planejamento de produção com carteira assinada foram 19,5% menores que as de set/2024 a ago/2025, e a mediana do salário de admissão, na jornada de 41 a 44 horas semanais, passou de R$ 3.000,00 para R$ 3.300,00 (+10,0%).

set/2024 a ago/2025 set/2025 a ago/2026 Variação
Admissões 23.685 19.075 −19,5%
Desligamentos 27.406 21.484 −21,6%
Saldo −3.721 −2.409 +1.312
Mediana de admissão (41 a 44 horas semanais) R$ 3.000,00 R$ 3.300,00 +10,0%

As duas colunas usam as mesmas regras: a mesma ocupação, os mesmos setores e, na mediana, a mesma jornada do topo da página. A variação é nominal, sem descontar a inflação; o salário mínimo nacional foi de R$ 1.412,00 a partir de set/2024 e R$ 1.518,00 a partir de jan/2025 no primeiro período e de R$ 1.518,00 a partir de set/2025 e R$ 1.621,00 a partir de jan/2026 no segundo. A mediana de admissão também muda com quem contratou (setor, região, tamanho da empresa), e não só com reajuste. Fonte: Microdados do Novo CAGED (MTE/PDET).

O que faz um técnico de planejamento de produção

O técnico de planejamento de produção analisa a capacidade da fábrica, monta o cronograma e define a sequência e as prioridades da produção. Também define o estoque de segurança de matéria-prima e insumos, acompanha o fluxo da produção, aponta desvios e ações de correção, propõe melhorias e prepara gráficos e relatórios de controle.

Segundo a Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), do Ministério do Trabalho e Emprego, o trabalho do técnico de planejamento de produção se divide em 5 grandes áreas. Em cada uma, exemplos de atividades que a CBO lista:

  • Planejar produção: analisar capacidade de produção e definir leiaute do processo produtivo.
  • Controlar suprimentos (matéria-prima e insumos): definir estoque de segurança para cada item.
  • Programar produção: definir cronograma de produção, definir prioridades de produção e/ou manutenção e estabelecer sequência de produção.
  • Controlar produção e/ou manutenção: estabelecer parâmetros de controle, monitorar fluxo de produção e/ou de manutenção e coletar dados da produção e/ou da manutenção.
  • Tratar informações: disponibilizar informações, interagir com clientes e/ou fornecedores e atualizar as informações.

O texto e a lista resumem a descrição oficial da ocupação na CBO, e não uma medição do site.

Admissões e desligamentos de técnico de planejamento de produção

De setembro de 2025 a agosto de 2026, o Novo CAGED registrou 19.075 admissões com carteira assinada de técnico de planejamento de produção e 21.484 desligamentos com carteira assinada. A diferença entre as duas contagens (o saldo) é de −2.409.

Mercado em retração no período: para cada 100 desligamentos, houve 89 admissões. Toda admissão repôs um desligamento, e ainda ficaram 2.409 desligamentos sem reposição na janela.

As admissões de técnico de planejamento de produção variam muito de um mês para o outro: junho de 2026 teve 2,2 vezes as admissões de dezembro de 2025. Por isso, olhe a janela inteira, e não um mês isolado: a diferença entre admissões e desligamentos de um mês sozinho depende da época do ano.

Mês a mês

Admissões Desligamentos

01 mil2 mil3 milset2025outnovdezjan2026fevmarabrmaijunjulago

Saldo de cada mês (admissões menos desligamentos): acima de zero, entrou mais gente do que saiu.

−1 mil−5000+500+1 milset2025outnovdezjan2026fevmarabrmaijunjulago

Mês Admissões Desligamentos Saldo
setembro de 2025 1.552 1.815 −263
outubro de 2025 1.524 1.775 −251
novembro de 2025 1.404 1.574 −170
dezembro de 2025 948 1.562 −614
janeiro de 2026 1.564 1.674 −110
fevereiro de 2026 1.636 1.853 −217
março de 2026 1.738 1.909 −171
abril de 2026 1.550 1.735 −185
maio de 2026 1.523 1.788 −265
junho de 2026 2.110 1.796 +314
julho de 2026 1.823 2.134 −311
agosto de 2026 1.703 1.869 −166

Em quais setores

Setor do empregador (divisão da CNAE) Admissões Parcela Mediana · 41 a 44h
Seleção, agenciamento e locação de mão-de-obra 2.970 15,6% R$ 2.026,50
Fabricação de máquinas e equipamentos 1.006 5,3% R$ 3.598,00
Fabricação de produtos alimentícios 996 5,2% R$ 3.118,91
Obras de infra-estrutura 987 5,2% R$ 5.000,00
Fabricação de produtos de metal, exceto máquinas e equipamentos 949 5,0% R$ 3.225,15
Outros 77 setores 12.167 63,8% —

O setor é a atividade principal do estabelecimento que contratou, e não a função da pessoa. Só aparecem em separado os setores com pelo menos 100 admissões, até cinco; os demais estão somados em “Outros”. A mediana é a do salário de admissão na jornada de 41 a 44 horas semanais, a do topo da página, e só aparece no setor com pelo menos 100 admissões nessa jornada. A diferença entre setores é medida, não explicada.

Em quais estados

Estado Admissões Parcela
São Paulo 8.094 42,4%
Minas Gerais 2.190 11,5%
Santa Catarina 1.401 7,3%
Rio de Janeiro 1.327 7,0%
Paraná 1.226 6,4%

O estado é o do estabelecimento que contratou. Só entram estados com pelo menos 100 admissões, até cinco. Ficam de fora os outros 22 estados, com 4.836 admissões, e 1 admissões sem estado informado.

Admissão e desligamento são movimentações, e não pessoas: a mesma pessoa pode ser admitida e desligada mais de uma vez na janela. A conta inclui só vínculos com carteira assinada, sem aprendiz e sem trabalho intermitente. Servidores estatutários, autônomos, informais e a administração pública ficam de fora. O saldo é a diferença entre as duas contagens, e não a variação do total de pessoas empregadas como técnico de planejamento de produção. A régua de “expansão” (pelo menos 105 admissões para cada 100 desligamentos na janela), “retração” (95 ou menos) e “estável” (entre as duas) é desta página: descreve a janela, não diz por quê nem prevê o ano seguinte. A taxa de rotatividade, no sentido usual, divide as movimentações pelo número de pessoas empregadas na ocupação, que o Novo CAGED não traz; por isso ela não é calculada aqui. Fonte: Microdados do Novo CAGED (MTE/PDET).

Quanto se paga em cada estado

Na jornada de 41 a 44 horas semanais, a mediana do salário de admissão de técnico de planejamento de produção vai de R$ 2.500,00 no Ceará a R$ 4.128,86 no Pará. No Brasil, é R$ 3.300,00. 17 estados têm pelo menos 100 admissões nessa jornada.

No mapa, cada bolha é um estado: o tamanho é o número de admissões na jornada, e a cor diz quanto a mediana do estado fica acima ou abaixo da do Brasil. A diferença entre estados também reflete quem contrata em cada um (setor, tamanho da empresa), e não só o salário da função. O estado é o do estabelecimento que contratou.

Estado Mediana Admissões P10 P90
Amazonas R$ 3.498,00 340 R$ 2.368,30 R$ 6.245,03
Bahia R$ 3.700,00 505 R$ 1.866,29 R$ 7.360,00
Ceará R$ 2.500,00 351 R$ 1.609,08 R$ 4.631,00
Distrito Federal R$ 2.662,00 109 R$ 1.655,99 R$ 6.670,76
Espírito Santo R$ 3.512,00 314 R$ 2.131,34 R$ 6.433,00
Goiás R$ 3.552,00 401 R$ 1.789,00 R$ 6.050,00
Maranhão R$ 3.705,22 157 R$ 2.152,08 R$ 6.360,00
Mato Grosso R$ 3.058,87 195 R$ 1.700,00 R$ 5.000,00
Mato Grosso do Sul R$ 4.000,00 117 R$ 2.070,80 R$ 8.510,20
Minas Gerais R$ 3.411,00 1.864 R$ 1.900,00 R$ 6.636,27
Pará R$ 4.128,86 317 R$ 2.000,00 R$ 7.000,00
Paraná R$ 3.172,00 1.099 R$ 2.070,80 R$ 5.942,40
Pernambuco R$ 3.457,79 280 R$ 1.807,20 R$ 7.497,84
Rio de Janeiro R$ 3.800,00 1.011 R$ 2.130,00 R$ 7.700,00
Rio Grande do Sul R$ 3.300,00 1.033 R$ 2.100,00 R$ 6.200,00
Santa Catarina R$ 3.500,00 1.352 R$ 2.177,83 R$ 6.211,35
São Paulo R$ 3.047,00 5.813 R$ 2.025,00 R$ 6.800,00
Brasil R$ 3.300,00 15.586 R$ 2.025,00 R$ 6.700,00

Cada linha sai só das admissões de técnico de planejamento de produção naquele estado, na jornada de 41 a 44 horas semanais. A faixa do topo da página (P10 e P90) é a do Brasil inteiro, que está na linha destacada; a de cada estado é a da sua linha. P10: no máximo um em cada dez entrou ganhando menos; P90: no máximo um em cada dez entrou ganhando mais. Só entram estados com pelo menos 100 admissões nessa jornada. Fonte: Microdados do Novo CAGED (MTE/PDET).

Quem é contratado

Entre set/2025 e ago/2026, 65% das admissões de técnico de planejamento de produção na jornada de 41 a 44 horas semanais, a mais comum da ocupação, foram de homens; a mediana de admissão das mulheres foi R$ 2.934,20 e a dos homens, R$ 3.500,00, na mesma jornada. Cada linha traz quantas admissões foram daquele grupo e a mediana do salário de admissão dele.

Por sexo

Sexo Mediana · 41 a 44h Admissões Parcela
Mulheres R$ 2.934,20 5.499 35,3%
Homens R$ 3.500,00 10.087 64,7%

Por raça/cor

Raça/cor Mediana · 41 a 44h Admissões Parcela
Branca R$ 3.400,00 8.183 52,5%
Preta R$ 2.992,19 1.138 7,3%
Parda R$ 3.200,00 6.021 38,6%
Amarela R$ 4.219,00 164 1,1%
Outros grupos (menos de 100 admissões cada) — 80 0,5%

Por idade

Idade na admissão Mediana · 41 a 44h Admissões Parcela
Até 24 anos R$ 2.500,00 4.186 26,9%
25 a 39 anos R$ 3.500,00 8.076 51,8%
40 a 54 anos R$ 4.300,00 2.971 19,1%
55 anos ou mais R$ 4.803,09 341 2,2%
Outros grupos (menos de 100 admissões cada) — 12 0,1%

Por escolaridade

Escolaridade Mediana · 41 a 44h Admissões Parcela
Sem ensino médio completo R$ 2.284,68 638 4,1%
Ensino médio completo R$ 2.871,90 9.929 63,7%
Superior completo ou mais R$ 4.494,00 5.019 32,2%

Por sexo e raça/cor

Sexo e raça/cor Mediana · 41 a 44h Admissões Parcela
Mulheres brancas R$ 3.000,00 2.977 19,1%
Mulheres pretas R$ 2.673,20 386 2,5%
Mulheres pardas R$ 2.800,00 2.045 13,1%
Homens brancos R$ 3.528,49 5.206 33,4%
Homens pretos R$ 3.158,46 752 4,8%
Homens pardos R$ 3.500,00 3.976 25,5%
Homens amarelos R$ 4.219,00 115 0,7%
Outros grupos (menos de 100 admissões cada) — 129 0,8%

Todas as linhas são de admissões na jornada de 41 a 44 horas semanais, a mesma do topo da página: a mediana de cada grupo é o salário de admissão de quem entrou naquele grupo, nessa jornada. A diferença entre grupos é medida, não explicada: o setor, o estado, o tamanho da empresa, a especialidade e a idade mudam de um grupo para outro, e esta conta não separa nada disso. Sexo, raça/cor, idade e escolaridade são os que o empregador informa ao governo na admissão; a raça/cor é autodeclarada pelo trabalhador ao empregador. “Sem ensino médio completo” inclui quem começou e não terminou o ensino médio; “Ensino médio completo” inclui quem começou e não terminou a faculdade. Só aparecem grupos com pelo menos 100 admissões. Fonte: Microdados do Novo CAGED (MTE/PDET).

Por tamanho do estabelecimento

Esta seção mostrava a mediana do salário de admissão por faixa de emprego do estabelecimento que contratou. Os números foram retirados em 13 de outubro de 2026. O Ministério do Trabalho e Emprego informou que identificou inconsistências no campo “Tamanho do estabelecimento em janeiro” dos microdados do Novo CAGED e recomendou não usar essa variável, “inclusive nos arquivos anteriormente baixados”, até a divulgação da correção (comunicado do ministério). A seção volta quando os valores corrigidos forem publicados. As outras seções desta página não usam esse campo.

Remuneração em dezembro de 2025 de quem estava empregado

Esta seção mostra a remuneração de dezembro de 2025 dos vínculos de técnico de planejamento de produção (CLT por prazo indeterminado, ativos em 31 de dezembro), como os empregadores a declararam à RAIS. Não é o salário de admissão da seção acima, que mede quanto o mercado pagou para contratar, e não mostra o que a profissão ganha hoje.

Jornada Mediana Vínculos P10 P90
até 20 horas semanais R$ 1.955,52 102 R$ 1.063,11 R$ 5.255,68
21 a 30 horas semanais R$ 6.116,68 197 R$ 1.619,07 R$ 20.082,88
31 a 39 horas semanais R$ 7.120,60 3.300 R$ 3.639,39 R$ 13.938,93
40 horas semanais R$ 7.377,51 9.365 R$ 3.577,65 R$ 14.091,50
41 a 44 horas semanais R$ 4.947,86 57.065 R$ 2.614,97 R$ 9.896,82
mais de 44 horas semanais R$ 5.978,41 2.168 R$ 2.665,95 R$ 13.623,17

Na jornada de 41 a 44 horas semanais, a mais numerosa, os grupos de empregadores com pelo menos 10% dos vínculos são: 99,1% em empresas.

Dado anual da RAIS, ano-base 2025, divulgado pelo Ministério do Trabalho e Emprego em 2026. A remuneração é a efetivamente recebida no mês que incide no cálculo do FGTS, sem o 13º. A tabela inclui empresas, entidades sem fins lucrativos e estatais, e não inclui a administração pública. Não acompanha reajustes posteriores a dezembro de 2025 nem o salário mínimo de 2026. A mediana de cada linha sai só dos vínculos daquela jornada, com remuneração de dezembro de 2025 maior que zero, e P10 e P90 dizem que no máximo um em cada dez vínculos fica abaixo ou acima. Ver Metodologia.

Quanto ganha um técnico de planejamento de produção na admissão (CLT): R$ 3.300,00, set/2025 a ago/2026. Cartão do Ganha Quanto
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Perguntas frequentes

Quanto ganha um técnico de planejamento de produção ao ser contratado com carteira assinada?

Entre set/2025 e ago/2026, a mediana do salário de admissão de técnico de planejamento de produção foi de R$ 3.300,00 na jornada de 41 a 44 horas semanais, a mais comum da ocupação, entre 15.586 admissões registradas no Novo CAGED. No máximo um em cada dez entrou ganhando menos de R$ 2.025,00, e no máximo um em cada dez, mais de R$ 6.700,00.

Quanto muda o salário de admissão de técnico de planejamento de produção conforme a jornada?

A mediana vai de R$ 1.812,88 (jornada de 21 a 30 horas semanais) a R$ 4.621,00 (jornada de 40 horas semanais), entre as jornadas com pelo menos 100 admissões. Cada jornada é calculada só com as admissões daquela jornada, e as medianas não se misturam.

Homens e mulheres entram ganhando o mesmo como técnico de planejamento de produção?

Entre set/2025 e ago/2026, 65% das admissões de técnico de planejamento de produção na jornada de 41 a 44 horas semanais, a mais comum da ocupação, foram de homens; a mediana de admissão das mulheres foi R$ 2.934,20 e a dos homens, R$ 3.500,00, na mesma jornada. A diferença é medida, não explicada: setor, estado, tamanho da empresa e especialidade mudam de um grupo para o outro, e a conta não separa nada disso.

Por que o número daqui é diferente do que aparece em outros sites de salário?

Três diferenças costumam explicar. Aqui o número é a mediana (o valor do meio: pelo menos metade das admissões nele ou abaixo, e pelo menos metade nele ou acima), e não a média, que sobe com poucos salários altos. É o salário de admissão, de quem foi contratado entre set/2025 e ago/2026, e não o de quem já está empregado. E é de uma jornada só, a de 41 a 44 horas semanais: quem mistura jornadas chega a outro valor. A fonte é o Novo CAGED, e os contratos da administração pública ficam de fora. O passo a passo está na metodologia.

O salário de admissão é o que um técnico de planejamento de produção ganha hoje?

Não. É o salário do contrato de quem foi contratado na ocupação entre set/2025 e ago/2026. Quem já estava empregado e teve aumento não entra na conta, e comissão, hora extra e benefícios também ficam de fora. Por isso o número diz quanto o mercado pagou para contratar, e não o que quem está na função recebe.

De onde vêm os números de salário de técnico de planejamento de produção?

Dos microdados do Novo CAGED, do Ministério do Trabalho e Emprego, numa janela de 12 competências, de set/2025 a ago/2026. Entram só as admissões com salário mensal declarado; ficam de fora aprendizes, trabalho intermitente e contratos de órgãos da administração pública. O passo a passo está na metodologia.

De onde vêm estes números

Microdados do Novo CAGED, do Ministério do Trabalho e Emprego. A janela são as 12 competências de set/2025 a ago/2026, reconstruída inteira a cada apuração porque o MTE revisa meses já publicados. Entram só as admissões — quem está entrando na ocupação —, com salário mensal declarado; ficam de fora contratos de aprendiz, trabalho intermitente e os de órgãos da administração pública. O corte é feito pela atividade econômica que o empregador declara: sai quem declara administração pública. Empresa estatal continua na base, porque declara a atividade do seu setor — banco, correio, hospital. A ocupação reúne 1 código da CBO 2002, e a ocupação é a declarada pelo empregador ao Ministério do Trabalho. O passo a passo está na metodologia.

Classificação Brasileira de Ocupações: CBO 2002, família 3911.

Ocupações parecidas

Outras ocupações da área Indústria e manutenção, com a mediana do salário de admissão de cada uma entre set/2025 e ago/2026. Cada linha usa a jornada em que a ocupação mais contrata, por isso a jornada pode mudar de uma linha para outra.

R$ 1.790,00R$ 4.860,00

Técnico de planejamento de produçãoas 6 da tabelaoutras da área (62 no total)

Ocupação Jornada Mediana Admissões
Técnico em mecatrônica 41 a 44 horas semanais R$ 3.581,76 2.389
Ferramenteiro 41 a 44 horas semanais R$ 3.520,00 4.333
Supervisor de produção da indústria alimentícia 41 a 44 horas semanais R$ 3.500,00 5.008
Técnico em eletromecânica 41 a 44 horas semanais R$ 3.462,00 7.286
Técnico de garantia da qualidade 41 a 44 horas semanais R$ 3.422,04 19.569
Soldador 41 a 44 horas semanais R$ 3.201,00 114.220

Só ocupações do setor privado (CLT), todas medidas do mesmo jeito. É o salário de quem foi contratado no período, e não o de quem já está na função.