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Quanto ganha um bibliotecário na admissão (CLT)

Salários no setor privado / Bibliotecário

Entre ago/2025 e jul/2026, a mediana do salário de admissão de bibliotecário com carteira assinada (CLT) foi de R$ 3.436,05 na jornada de 41 a 44 horas semanais, a mais comum da ocupação, entre 478 admissões registradas no Novo CAGED.

É o salário de quem foi contratado nesse período, e não de quem já está empregado na ocupação. É o valor fixo do contrato: não inclui comissão, hora extra nem benefício.

Período ago/2025 a jul/2026Jornada 41 a 44 horas semanaisAdmissões 478Atualizado em

Mediana · 41 a 44h
R$ 3.436,05
10% entram abaixo de
R$ 1.910,00
10% entram acima de
R$ 5.838,15
Admissões · 41 a 44h
478

Faixa do salário de admissão

A faixa vai do P10 (R$ 1.910,00) ao P90 (R$ 5.838,15): entre as 478 admissões de bibliotecário nesta jornada, no máximo um em cada dez entrou ganhando menos que o primeiro valor, e no máximo um em cada dez entrou ganhando mais que o segundo. O traço é a mediana. Tudo em salário de admissão, antes dos descontos, na jornada de 41 a 44 horas semanais.

Quanto muda conforme a jornada

Jornada Mediana Admissões P10 P90
até 20 horas semanaisaté 20h R$ 1.600,00 121 R$ 693,00 R$ 2.475,76
40 horas semanais40h R$ 4.508,11 410 R$ 3.000,00 R$ 7.888,00
41 a 44 horas semanais41 a 44h R$ 3.436,05 478 R$ 1.910,00 R$ 5.838,15

A linha destacada é a jornada mais comum da ocupação, e é dela que sai o número do topo desta página. Cada linha sai das admissões daquela jornada, e não de um número geral repartido depois. Só entram jornadas com pelo menos 100 admissões; as 3 linhas acima cobrem 88% das admissões de bibliotecário com jornada declarada.

Por tamanho do estabelecimento

Para cada admissão, o Novo CAGED informa a faixa de emprego do estabelecimento que contratou, no início de janeiro. É a faixa do estabelecimento que contratou, e não a da empresa inteira. As faixas abaixo são as do Ministério do Trabalho, que não diz em que unidade a faixa conta: “zero” é o código da faixa zero, e o dado não diz mais que isso.

Jornada de 40 horas semanais

Faixa de emprego do estabelecimento Mediana Admissões P10 P90
De 50 a 249 R$ 4.364,22 158 R$ 2.993,86 R$ 8.521,60
250 ou mais R$ 4.508,11 190 R$ 3.906,98 R$ 8.573,68
Esta faixa está marcada como concentrada num valor só, por um dos três testes do site (ver Metodologia). O valor mais repetido é R$ 4.508,11, com 54,74% das admissões. Nesses casos a mediana descreve menos a variação do salário e mais essa concentração.

Jornada de 41 a 44 horas semanais

Faixa de emprego do estabelecimento Mediana Admissões P10 P90
De 10 a 49 R$ 2.812,50 112 R$ 1.689,20 R$ 4.966,94
De 50 a 249 R$ 3.390,00 254 R$ 1.979,52 R$ 5.843,30

Na jornada de 41 a 44 horas semanais, a mediana de admissão vai de R$ 2.812,50 (faixa de emprego de 10 a 49) a R$ 3.390,00 (faixa de emprego de 50 a 249), entre as faixas com pelo menos 100 admissões e sem concentração num valor só.

Cada tabela é de uma jornada só, e as jornadas não se misturam. O dado não separa setor, função e cidade: a diferença entre as faixas descreve onde bibliotecário foi contratado, e não explica por que o salário é maior ou menor.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um bibliotecário ao ser contratado com carteira assinada?

Entre ago/2025 e jul/2026, a mediana do salário de admissão de bibliotecário foi de R$ 3.436,05 na jornada de 41 a 44 horas semanais, a mais comum da ocupação, entre 478 admissões registradas no Novo CAGED. No máximo um em cada dez entrou ganhando menos de R$ 1.910,00, e no máximo um em cada dez, mais de R$ 5.838,15.

Quanto muda o salário de admissão de bibliotecário conforme a jornada?

A mediana vai de R$ 1.600,00 (jornada de até 20 horas semanais) a R$ 4.508,11 (jornada de 40 horas semanais), entre as jornadas com pelo menos 100 admissões. Cada jornada é calculada só com as admissões daquela jornada, e as medianas não se misturam.

O tamanho do estabelecimento muda o salário de admissão de bibliotecário?

Na jornada de 41 a 44 horas semanais, a mediana vai de R$ 2.812,50 (faixa de emprego de 10 a 49) a R$ 3.390,00 (faixa de emprego de 50 a 249), entre as faixas com pelo menos 100 admissões e sem concentração num valor só. A faixa é a do estabelecimento que contratou, no início de janeiro, e não a da empresa inteira. O dado não diz por que a diferença existe.

O salário de admissão é o que um bibliotecário ganha hoje?

Não. É o salário do contrato de quem foi contratado na ocupação entre ago/2025 e jul/2026. Quem já estava empregado e teve aumento não entra na conta, e comissão, hora extra e benefícios também ficam de fora. Por isso o número diz quanto o mercado pagou para contratar, e não o que quem está na função recebe.

De onde vêm os números de salário de bibliotecário?

Dos microdados do Novo CAGED, do Ministério do Trabalho e Emprego, numa janela de 12 competências, de ago/2025 a jul/2026. Entram só as admissões com salário mensal declarado; ficam de fora aprendizes, trabalho intermitente e contratos de órgãos da administração pública. O passo a passo está na metodologia.

De onde vêm estes números

Microdados do Novo CAGED, do Ministério do Trabalho e Emprego. A janela são as 12 competências de ago/2025 a jul/2026, reconstruída inteira a cada apuração porque o MTE revisa meses já publicados. Entram só as admissões — quem está entrando na ocupação —, com salário mensal declarado; ficam de fora contratos de aprendiz, trabalho intermitente e os de órgãos da administração pública. O corte é feito pela atividade econômica que o empregador declara: sai quem declara administração pública. Empresa estatal continua na base, porque declara a atividade do seu setor — banco, correio, hospital. A ocupação reúne 1 código da CBO 2002, e a ocupação é a declarada pelo empregador ao Ministério do Trabalho. O passo a passo está na metodologia.

O que entra nesta conta: bibliotecário. O que não entra: analista de informações (é outra ocupação na CBO, de título genérico); documentalista (é outra ocupação na CBO).

Classificação Brasileira de Ocupações: CBO 2002, família 2612.

E no serviço público?

São duas medidas diferentes da mesma profissão, e é por isso que aparecem lado a lado em vez de somadas ou divididas: no serviço público, o número é a folha de quem já ocupa o cargo, com o tempo de casa e os adicionais que vêm com ele; no setor privado, é o salário de quem está sendo contratado agora, como o empregador declara ao Novo CAGED.

De onde vem Jornada P10 Mediana
Serviço público,
quem já está no cargo
40h R$ 8.982 R$ 13.975
Setor privado,
salário de admissão
41 a 44h R$ 1.910 R$ 3.436
Setor privado,
salário de admissão
40h R$ 3.000 R$ 4.508

P10 é o valor abaixo do qual estão os 10% que menos ganham, e mediana é o valor do meio — as duas contas são as mesmas nos dois lados. O que muda é de quem: no serviço público, da folha de quem já ocupa o cargo; no setor privado, do salário de quem foi contratado no período. Cada linha sai dos registros da sua própria jornada, dos dois lados: no público, 40h tem 3.392 registros, de 3.392 que declaram jornada. Nas carreiras públicas que contratam com frequência, o P10 fica perto do valor de entrada do edital — conferido neste site em professor federal —, mas isso não vale para todo cargo: onde faz anos que ninguém entra, os 10% que menos ganham já não são quem chegou agora. As duas linhas medem populações diferentes e não se dividem uma pela outra: nenhuma diferença entre os lados é calculada neste bloco.

Quanto ganha um bibliotecário no serviço público, esfera por esfera →

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