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Busca de remuneração de servidores públicos

Busca do setor público. Filtre por nome, cargo, órgão ou esfera entre 3.508.894 registros oficiais de remuneração do governo federal, do Estado de São Paulo e da Prefeitura de São Paulo, de mar a ago/2026.

De onde vêm estes dados. Cada linha reproduz a folha de pagamento que o próprio governo publica no seu portal de transparência. O Ganha Quanto não altera valores nem acrescenta informação: junta as três fontes numa busca só.

Nome, cargo e remuneração de servidor são informação pública: a divulgação faz parte da transparência ativa da Lei de Acesso à Informação (Lei 12.527/2011) e foi julgada legítima pelo STF (Tema 483 da repercussão geral). Não mostramos CPF. O valor de um mês pode incluir 13º, férias ou pagamentos atrasados, e não mostra descontos pessoais como consignado ou pensão alimentícia. Viu um valor estranho? Ele está assim na fonte, e a correção cabe ao órgão pagador — mas avise a gente. Cobertura de cada fonte em Fontes de dados; como os números são tratados, na metodologia.

Não há busca por nome no setor privado: os microdados do Novo CAGED, que alimentam aquele ramo, já chegam anônimos do Ministério do Trabalho e Emprego, sem identificar trabalhador nem empregador. Lá o dado só existe agregado, por profissão e por jornada.

Como buscar

  • Preencha pelo menos um campo entre nome, cargo e órgão. A esfera sozinha não basta: ela serve para limitar a busca a uma das três folhas.
  • Pedaços de palavra funcionam. A busca acha o texto em qualquer parte do nome: “enferm” traz enfermeiro, enfermeira e técnico de enfermagem; “univ” traz todas as universidades.
  • Acento conta, maiúscula não. Os portais gravam os nomes do jeito deles — em caixa alta, às vezes sem acento, muitas vezes abreviados (“MIN”, “SECRET.”, “PROF”). Se “Saúde” não achar nada, tente “Saude”; se o nome do órgão é longo, digite só a parte mais característica.
  • Busca por nome de pessoa é a mais lenta. Combine com o cargo ou o órgão para a resposta vir mais rápido.
  • A lista vem do maior valor bruto para o menor, 20 linhas por vez. “Carregar mais” traz as seguintes.

O que cada coluna mostra

  • Nome, cargo e órgão aparecem como o portal publica. Na Prefeitura de São Paulo, o “órgão” é a unidade onde a pessoa trabalha — uma escola, uma UBS, uma subprefeitura —, não a secretaria.
  • Período é o mês da folha. A base guarda vários meses, então a mesma pessoa aparece uma vez em cada mês carregado.
  • Remuneração bruta não mede a mesma coisa nas três esferas, porque cada portal publica um recorte:
    • Governo federal: a remuneração básica — parcelas do cargo, da função e adicionais —, antes dos descontos e do teto. Pagamentos eventuais do mês, como 13º e férias, ficam fora.
    • Estado de São Paulo: tudo o que foi pago no mês somado — salário, férias e 13º, pagamentos eventuais, licença-prêmio indenizada, abono e indenizações —, já com o corte do teto descontado.
    • Prefeitura de São Paulo: a remuneração do mês mais os “demais elementos da remuneração”, uma parcela que o portal não detalha e que, em alguns meses, faz o valor de uma pessoa saltar muito acima do salário normal.
  • Remuneração líquida é o valor depois dos descontos obrigatórios (imposto de renda, previdência, teto). A Prefeitura não publica líquido, por isso a coluna aparece com “—” nessas linhas. Em nenhuma esfera aparecem descontos pessoais, como consignado, plano de saúde ou pensão alimentícia.

Para comparar cargos entre esferas sem essas diferenças atrapalharem, as páginas de cargo e o comparador usam a medida mais parecida disponível em cada fonte.

Por que um valor pode parecer alto demais

Um contracheque de um mês só pode carregar dinheiro que não é salário: 13º, um terço de férias, atrasados de anos anteriores, licença-prêmio convertida em dinheiro, indenização na aposentadoria. É por isso que o topo da lista quase sempre mostra valores muito acima do salário do cargo. Para saber quanto um cargo paga de verdade, a mediana das páginas por órgão e por cargo diz mais que qualquer linha isolada.

Por que a mesma pessoa aparece mais de uma vez

  • Um registro por mês. Cada mês carregado gera uma linha nova.
  • Mais de um vínculo. A Constituição permite acumular dois cargos em alguns casos — dois de professor, ou um de professor com um técnico ou científico, ou dois de profissional de saúde. Cada vínculo vem numa linha.

O que esta busca não cobre

  • Aposentados e pensionistas, nas três esferas.
  • Militares das Forças Armadas, que têm arquivo próprio no Portal da Transparência.
  • Legislativo, Judiciário, Ministério Público e tribunais de contas, que publicam a folha nos próprios sites.
  • Outros estados e municípios além de São Paulo.

O que entra de cada fonte, e desde quando, está em Fontes de dados.

Outros jeitos de explorar

Perguntas frequentes

É permitido publicar o salário de um servidor com o nome?

Sim. Os próprios governos publicam esses dados nos portais de transparência, como parte da transparência ativa prevista na Lei de Acesso à Informação (Lei 12.527/2011). O Supremo Tribunal Federal julgou legítima a divulgação do nome do servidor e do valor da sua remuneração (Tema 483 da repercussão geral). Este site não mostra CPF nem endereço.

Posso pedir para tirar o meu registro?

Pode pedir. Cada caso é avaliado conforme a Lei Geral de Proteção de Dados; o caminho está na página de privacidade. O dado continua publicado no portal oficial, que é quem responde por ele.

Com que frequência os dados são atualizados?

Os portais publicam a folha de um mês com algumas semanas de atraso. A base procura meses novos várias vezes por mês e carrega cada um assim que o portal publica — a contagem de registros no alto desta página acompanha sozinha.

Achei um valor errado. O que faço?

Confira no portal de origem, pelos links logo abaixo dos resultados da busca. Se lá está igual, a correção cabe ao órgão pagador, pela ouvidoria dele. Se aqui está diferente da fonte, escreva para a gente com o link — o erro é nosso e será corrigido.